Blog Vigilantes da Autoestima

Dia 70 – O que é tão importante que te faz chorar?
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Gisela Rao

Percebi que a Cruz Vermelha era mais importante na minha vida do que eu imaginava. O curso para ser voluntária oficialmente tem 4 aulas, e uma duração de 1 hora e meia. No dia da terceira aula choveu um pouco em São Paulo. O trânsito ficou o bicho e o ônibus vindo da minha cidade travou lá na Marginal. Chegue 1 hora atrasada na estação de metrô perto do prédio. Para piorar a situação, tinha uma fila de gente esperando taxi. Quase comecei a chorar de tristeza por mais uma vez ter que adiar minha formação. De repente, parou um taxi e ele disse que só levaria quem fosse para os lados do aeroporto de Congonhas. Só eu iria. E fui! E, pra minha felicidade, teve mais 45 minutos de curso.

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Sinceramente, não consigo mais imaginar minha vida sem uma grande paixão (de não carne e osso). Acho que é sem isso que dá aquela sensação de ter tudo e não ter nada, de vazio, de alma xoxa, broxada. É sem isso que a gente acha que o amor é tudo na nossa vida e sufoca o coitado/coitada que está do nosso lado, ou sufoca nossos filhos, ou trabalha demais, ou dorme demais ou reclama demais.

Esse taxi não veio por acaso, veio mais uma vez provar que quando seguimos nossa verdade, as coisas fluem. É o que muita gente chama de “o Universo conspirando''. O probelma é que, nos dias de hoje, seguimos tudo – menos a nossa verdade.

Então, o que é tão importante que te faz chorar?

Para o alto e avante!

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Rosinha – o livro do VAE!  http://zip.net/brpdN8

 

O divertido diário da escritora que vigiou sua autoestima por 365 dias

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COLUNAS DA GISELA RAO  NO ATMOSFERA FEMININA

> O que escondemos de nós mesmas?  http://zip.net/btn7fv

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> Você agradece o seu dinheiro? http://zip.net/brncl7

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Dia 69 – Desemperraaaaando emoções
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Gisela Rao

> Blog VAE volta meio-dia!

 

A psicóloga Neiva Bohnenberger convidou a gente, nesse encontro do VAE de sábado – para um exercício genial: lembrar de um dia em que nosso zíper emperrou e como a gente reagiu a isso? Por que? Porque provalmente é a forma como também desemperramos (ou deixamos de desemperrar) as nossas emoções no dia a dia. Algumas pessoas resolvem a coisa no grito, ou desistem fácil, ou usam a raiva, a calma, desapegam da objeto e por aí vai. Lembrei que já reagi de todo jeito. Quando eu era mais jovem, se a coisa não ia, eu arrebentava. Depois, comecei a pedir a ajuda para alguém que estivesse mais calmo ou que manjasse mais de zípers hehe. Hoje em dia, quem usa a calma sou eu, tentando entender o que exatamente foi mastigado e como é que dá pra soltar. E sempre dá.

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Você já pensou sobre isso?

Nosso encontro também teve momentos grandiosos: o aniversário da queria vigilante VIP das VIPS – Luciana Silvestre -, a capa da almofada de Machu Picchu que a Eliana ganhou de outra vigilante quando disse que seu sonho era ir pra lá, e a revelação da Neiva como contadora de histórias que nos lembrou, mais uma vez, do poder que temos dentro de nós.

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By Annie

By Annie

“E hoje quero agradecer um dos melhores contos que já ouvi na minha vida, graças a uma contadora de histórias que nasceu hoje! Neiva Bohnenberger! A mulher sábia tomou conta dela e espalhou sementes lindas de sabedoria, esperança,amor e gentilezas. Nos ensinando a arte da tolerância e compreensão ao outro. Uma emoção linda ardia e tomava conta dos olhos dessa mulher sábia e guerreira. Eu me sinto extremamente honrada por ter sido agraciada pelos teus ensinamentos.


Gratidão especial a Gisela Cochrane Rao mulher, menina, mãe (de um jeito todo especial) que anda me ajudando no meu processo de sair do casulo, que anda ajudando tanta gente, espalhando sorrisos,alegrias, dando uns cascudos, sacudindo, dançando, lançando palavras de incentivo, de mergulho interior, de amor ao próximo. Essa moça se lança em projetos meio doidos, mas de uma profundidade que só quem permite é capaz de compreender. Ela atendeu ao
chamado que urge neste vasto mundo de estender a mão e acolher o próximo. Ao longo da sua jornada se vestiu de personagens como chapeuzinho vermelho, lobo mau, fadinha que abençoa teus caminhos e por aí vai.'' – Annie dos Ventos

By Annie

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Dia 68 – Gaius e a arte de se curvar e deixar quieto
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 17h!

Gaius é médico e o braço direito do Rei Uber, no delicioso seriado Merlin (Netflix). Ele é um senhor sábio, estudioso que entende muito da antiga religião (feitiçaria). Antiga porque foi banida e você tem que ver a série para entender o motivo.

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Gaius não é só o mentor de Merlin (jovem) e o conselheiro do rei Uber, é meu mentor também atualmente. Estou aprendendo com ele a arte de se curvar e deixar quieto. Ele faz assim: chega para o rei e dá um conselho, ou dá sua opinião sobre algo. Se o rei não concorda de primeira (e geralmente o médico sempre está certo) – e o rei nunca concorda -, Gaius se curva em reverência e se retira. Às vezes, a gente vê com clareza absurda o que o outro não vê e tudo bem falar uma vez, mas insistir é gasto de energia, e energia é algo fundamental pra saúde e não-estresse. Fiz isso a vida inteira e cansei.

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Então, depois de insistir muito em relação à vida dos outros, eu desisti e sigo a escola Gaius. Eu falo uma vez, acatou, beleza. Não acatou, deixo quieto e aí é com a pessoa. A gente não tem como obrigar ninguém a fazer as coisas, também não tem como mudar a consciência de ninguém. Um exemplo (e tenho vários!): conheço duas amigas que precisam urgentemente frequentar o grupo online dos gastadores compulsivos. Estão cada vez mais se atolando em dívidas. Eu já fui em 4 sessões e estou mudando a minha vida. Gastar dinheiro agora dói em mim. Elas não passaram nem na “porta''. Assim seja, curvo o corpo em reverência e me retiro.

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Para o alto e avante!

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ENCONTRO DO VAE NESSE SÁBADO!

Poucas vagas para o encontro do Vigilantes da AutoEstima com Gisela Rao e a psicóloga Neiva Bohnenberger. 

Tema: “Desemperrando as emoções para deslanchar no segundo semestre''

Foto by Marina Azevedo

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giselarao@uol.com.br

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Dia 67 – A Mariposa e o além do pote
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 13h

Eu tenho um pote de linhaça dourada em casa. Está cheio. Hoje eu abri e saiu uma Mariposa de dentro. Ela não entrou, ela nasceu lá. Saiu batendo as asas insegura e não entendendo por#@ nenhuma. Brinquei com B.L. que poderia ser uma fada aprisionada ou um gênio da lâmpada natureba. De qualquer forma, fiz um pedido.

Foto: Getty Images (portal Terra)
Foto: Getty Images (portal Terra)

A Mariposa estranhou a imensidão da minha casa, sentiu medo, ficou meio sem saber o que fazer. Depois de conhecer o apartamento, encontrou a janela e se foi. Por sorte, conseguiu sobreviver à minha gata caçadora.

Quando mudamos para cá, percebemos que esse bairro não era tão seguro quanto o outro. Isso nos deixou um pouco inseguros. Pusemos uma chave melhor e começamos a sair menos de casa. Mas, pensei na Mariposa, que mesmo com medo deixou o pote dourado para ganhar o mundão. Decidimos desencanar e ter uma vida normal, como todo mundo aqui no bairro – tão lindo e gostoso. Vida com medo é vida amassada.

Se você tem alguma emoção te emperrando o dia a dia, faça parte do encontro do VAE no outro sábado. A psicóloga Neiva Bohnenberger proporá uma dinâmica divertida para a sua vida fluir mais gostosinha :)

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ATENÇÃO

Poucas vagas para o encontro do Vigilantes da AutoEstima com Gisela Rao e a psicóloga Neiva Bohnenberger. 

Tema: “Desemperrando as emoções para deslanchar no segundo semestre''

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Dia 66 – Você erra quando não busca ajuda
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Gisela Rao

Eu disse no outro post que a minha vida era perfeita, mas eu esqueci de um detalhe: o overspending (oneomania)! Meu vício em gastar demais, um transtorno mental hereditário que ganhei embrulhado para presente do meu pai. http://www.psicosmica.com/2012/04/oneomania-doenca-do-consumismo.html

Assim, como beber demais, fumar demais, comer demais – etc – gastar demais é uma compulsão que atrapalha ou estraga a vida da pessoa. No meu caso, só atrapalha, mas quando eu não tiver $ guardado no futuro, aí vai estragar. Isso tem cura? Não! Isso tem controle? Sim! E por isso fui ver se havia um grupo de ajuda aqui no interior porque não tenho culpa de ter essa doença, mas tenho culpa quando não busco ajuda para mudar.  Não existe nada por aqui, mas descobri que existe um grupo online (também tem para os Alcoólicos anônimos, para os comedores compulsivos etc etc). http://www.devedoresanonimos-sp.com.br/site/online.php

Frequento o grupo há quase 1 mês e posso dizer que minha vida já mudou 70%. Faz quase 1 mês que não compro nada do que já tenha (roupa, sapato, maquiagem, acessórios etc etc); diminuí em 80% as idas aos restaurantes; ao invés de doar minhas coisas (muitas sem uso), vendo; diminuí em 50% as andanças de taxi. E, pasmem: mandei consertar meu Nike ao invés de jogar fora e ficou novinho!! Custou apenas R$ 30,00. Um novo custa mais de R$ 200,00! Nunca na minha vida mandei consertar algo.

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Eu não sei exatamente o que acontece com esses grupos de apoio, mas eles têm uma força incrível e – de repente – você se pega valorizando muito mais o dinheiro, coisa que nunca fez. É muito raro recair porque a gente se sente muito mal depois, então, nem quer fazer isso.

Se você sofre com esse transtorno (ou outro), busque ajuda. Agora, não tem mais a desculpa da falta de tempo ou preguiça para ir até lá.Você, que frequenta o blog, sabe que a gente só vai ao céu quando encara o nosso inferno. Então, liberte-se de anos de frustração por ganhar dinheiro e nunca ter um puto.

Para o alto e avante!

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IMPORTANTE!

16 de agosto, os encontros do VAE voltam ao vivo com a super psicóloga Neiva Bohnenberger. Grupo pequeno, poucas vagas!

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Dia 65 – Destitanicze-se no amor!
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Gisela Rao

> Vigilantes que ajudaram com a conta da clínica da Cinza, têm passe livre no encontro do VAE!

São 2 da matina e eu estava dando uma “dura'' no meu amigo J. que está na Europa, mais precisamente indo hoje para Paris. Essa viagem é uma das coisas mais importantes da vida dele, um homem brilhante que estuda várias línguas, trabalha, faz faculdade depois dos 30 etc etc. Durante a viagem, J. conheceu um cara, ficou com ele um ou dois dias, o cara se interessou por outro, e voltou a ficar com J. E, hoje, ele estava indo para Paris triste por deixar o cara para trás. Ele me disse que gostaria de não ser romântico. A dura foi exatamente por isso. J., assim como tantos de nós, confunde romantismo com ilusão. E, assim, lá vai ele sabotar a viagem tão importante, como se o outro cara estivesse sofrendo por essa''separação''.

Se você é do tipo que se ilude no amor, aconselho ver o filme “Malévola''. Lá, fica bem claro que a realidade corta as nossas asas toda vez que entramos no ilusionismo.

Foto divulgação

Foto divulgação

Me desculpem os mais românticos, mas hoje em dia penso que o amor é realidade tanto quanto escolher o que você põe no prato ou a necessidade de dormir 8 horas por dia. É uma realidade, um cotidiano gostoso se o casal souber fluir junto com a maré, não jogar âncoras, e cultivar as gentilezas. Para o amor, damos atenção, como damos para nossos amigos, nossa família, trabalho, voluntariado, projetos pessoais… Senão o relacionamento vira um oceano sem bóia.

Se o peso vai demais para o coração, a vida “Titanicza-se'', encalhamos, afundamos, rachamos a cabeça nas pedras. Tão gostosa é a marolinha do amor, com suas ondas altas que, esporadicamente, vão e vêm. E tanta gente sente falta dos tsunamis da paixão. Socorro, Wilson!

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Dia 64 – Por que ser feliz é uma alucinação?
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Gisela Rao

Uma das coisas que me deixa feliz no VAE é a união. Em todos os lugares que vou, tem sempre algum(a) vigilante oferecendo várias gentilezas. Quando mudei para São José dos Campos, essa vigilante foi a querida Deborah Santos. Ela me mostrou a cidade e, principalmente, os shoppings hehe.

Semana passada, a Deborah – que trabalha na Johnson&Johnson daqui – me indicou como palestrante para a empresa. Sexta, fui recebida calorosamente por 80 mulheres, sob coordenação da bela e simpatissíssima Marta Krugner. O tema era: Autoestima e Liderança. Nem preciso dizer como foi divertido. O barco é para ilustrar a “Líder do Navio = Leadership''.

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Um dos pontos altos do evento, fora o chapéu do Fuleco (hehe), foi quando eu disse que ser feliz não era para ser uma alucinação. Digo isso, porque tem um post, no facebook, que diz que quando tudo está bem na sua vida é alucinação. Não, não é. É o direito de cada um de nós. Quem conhece o blog há 4 anos sabe como eu era infeliz, principalmente, porque culpava os outros pela minha infelicidade: pai, namorado, governo etc etc.

Então, eu simplesmente resolvi entrar na vibração da felicidade e – pasmem! – tudo começou a fluir e a dar certo (o que não quer dizer que não tenha problemas como todo mundo). Eu posso dizer que hoje eu tenho uma vida perfeita (pelo menos para os meus padrões de perfeição). Se você quer ser feliz, faça como a encantadora Dona Virgínia – do vídeo abaixo – e tira da sua vida as palavra “Se…'' e “Quando…''. Sim, dona Virgínia “Nada é maior do que nós''.

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Uma porcentagem da palestra foi doada para a ONG Opar, de animais de rua (SJC). Viva a gentileza!!

Pollyana e Henrique

Pollyana e Henrique

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Dia 63 – Esperança!
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 11:30h!

Faz dois anos que estou morando no interior e amo de paixão. Só vou para São Paulo quando tem reunião, aí aproveito para rever os amigos e assistir a bons filmes no cinema. Já moramos em dois apartamentos aqui: o “Solare'' – perto de um dos parques mais lindos do mundo -, e o “Gênesis'' – perto do comércio. Agora, estamos nos mudando para o “Esperança'', perto dos parques e do comércio. Olha que vista linda!

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Um dos motivos que nos fez mudar foi o preço. O novo apartamento é R$ 500,00 mais barato e espero (mesmo tamanho), sinceramente, que essa diferença seja usada nas minhas viagens com foco nas ações humanitárias. Nesse caso, o nome “Esperança'' vem a calhar, porque é o que desejo dar às pessoas que estejam realmente precisando dela. E quem não está? 

Eu mudei. Eu era uma pessoa muito apegada à casa. Cheguei a morar 15 anos em um mesmo prédio. Mas a cada ano que passa eu tento me apegar menos a tudo que tenho (não, isso não inclui meu iPhone hehe) e, dessa forma, superar um dos meus maiores inimigos: a preguiça. Ou pior ainda: zona de conforto! E é sobre isso que pretendo falar na palestra que darei na Johnson&Jonhson nessa sexta-feira, sobre autoestima e liderança.

Sobre a preguiça, o líder espiritual Osho tem algo interessante a dizer: “A preguiça sempre sente uma certa culpa, um certo sentimento de “eu estou fazendo uma coisa que não deveria'', de“não estou participando da existência''. A preguiça significa que você se desligou da criatividade do Universo – você fica de lado enquanto o Universo continua criando, dia após dia.''

Para o alto e avante, Brasil!

Jornal Repubblica

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Dia 62- A arte de rir quando se cai
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Gisela Rao

 

No dia do jogo do Brasil com a Alemanha eu peguei o ônibus das 15h pra vir de São Paulo à minha terra. Daria pra ver o jogo no comecito. Eu estava na cadeira 4 do ônibus, na turma do gargarejo porque gosto de ficar vendo o motorista (pra ver se não tá dormindo hehe). Também sempre ajudo a desembaçar o vidro na chuva.

Havia um senhor japonês na cadeira 2. Quando o ônibus ia parar em um ponto, ele levantou rápido, mas esqueceu da idade e levou um tombão. Só não foi pior porque eu o puxei pelo paletó. Até o sapato ele perdeu. Achei que levantaria envergonhado porque era um senhor muito calado; que nada! Levantou rindo como uma criança. Ajudei a achar o sapato. Desceu do ônibus rindo. Juntos, rimos também – o motorista e eu. Não do tombo, mas dá alegria dele.

Então, é assim: rir quando se cai é uma arte.

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Achei muito bacana as mensagens que os jogadores alemães mandaram aos brasileiros. Mensagens como a do Mesut Ozil: “Vocês têm um país lindo, pessoas maravilhosas e jogadores incríveis. Essa partida não pode destruir seu orgulho!”. Graças ao blog VAE, pensei a mesma coisa que ele naquele dia do último jogo.

Mas, quem tinha que dizer isso era a gente, não eles. E se não estamos dizendo, não é culpa do governo, nem da CBF, nem do David Luiz, é culpa de cada um que não sabe rir nem do seu tombo e nem da sua levantada.  

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DIA 61 – Por que preciso ter vergonha de ficar triste pelo Neymar?
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Gisela Rao

Acho divertidíssima a pancadaria que rola, às vezes, no Facebook. Algumas pessoas realmente lidam com frustração como se fossem crianças, como o caso da moça brasileira – para quem fiz companhia e dei conselhos por longos meses quando estava sozinha nos EUA - e que me bloqueou porque eu não concordei com a palavra AMOR . Isso porque ela colocou essa palavra como legenda de uma foto com soldados americanos carregando crianças feridas no Iraque. Isso pra mim é hipocrisia e não amor, afinal, todo mundo sabe dos mais de 100 mil civis que foram mortos pelos americanos nesse lugar. Se não sabe, basta ver o vídeo que o Assange divulgou dos soldados atirando propositalmente em civis; ou o vídeo “Clowns in Cabul'' – da situação miserável das crianças nos hospitais do Afeganistão por causa por causa de guerra. Mas é aquela coisa: a verdade dói, né?

Agora a pancadaria é sobre o Neymar. Eu escrevi algo que não era pessoal a ninguém e mesmo assim muita gente ficou ofendida. Eu escrevi no Facebook que acho hipocrisia as pessoas falarem que deveríamos nos preocupar mais com as vítimas da ponte que caiu (BH) e menos com o Neymar. Como se alguém no Brasil fizesse algo pelos outros. Apenas 10% do povo são voluntários ativos. E mais: só preocupação não leva a lugar nenhum. Tenho moral pra me preocupar com o Neymar, com as vítimas de BH e com quem eu quiser. Sou colaboradora dos Médicos Sem Fronteiras, da ONG OPAR de animais, voluntária e socorrista pela Cruz Vermelha, além de ter um blog que ajuda as pessoas a aumentarem a autoestima. Ou seja: ponho a mão na massa! Considero que o sangue e a lágrima de todos no mundo têm a mesma cor. Neymar é um cara bacana, humilde, um modelo pra muitas crianças e empresta sua imagem pra várias campanhas filantrópicas. A última empreitada do Instituto Neymar Jr foi uma parceria com o instituto Waves for Water para conseguir doações que serão revertidas em filtros de água para famílias carentes das cidades-sede da Copa. Por que não ter compaixão por ele também? Se podemos nos preocupar quando o Massa bate, podemos também nos preocupar com o Neymar. Afinal, futebol não é menos digno que Fórmula 1.

Ora se também podemos nos emocionar com a esquiadora brasileira, Laís Souza, que sofreu um acidente nas Olimpíadas de inverno, por que não podemos nos emocionar com o Neymar? Só porque ele é rico e ela não? Como se o nosso sentimento estivesse atrelado a conta bancária das pessoas. 

Agora, se você acha futebol tão alienante, pare de postar selfie vestidinho(a) de verde-amarelo em dia de jogo. Pare de engrossar o marketing de que futebol “é o cara'' e ajude os Médicos Sem Fronteiras com R$ 30,00 por mês.

Já disse aqui e mais uma vez vou dizer: não concordo com a opinião de muitas pessoas, o que não quer dizer que eu vá xingá-las ou bater nelas. Se concordássemos com a opinião de todo mundo, os judeus ainda seriam dizimados e as mulheres jogadas na fogueira como bruxas, entre outros vários exemplos. Muita gente também não concorda com as minhas e nem por isso eu vou correndo bloquear o ser-humano no Facebook ou “desmanchar'' amizades.

E era só o que faltava: dizerem o que devo ou não devo fazer com a minha tristeza e compaixão. E também era só o que faltava a gente não poder escrever o que pensa com medo de perder “amizades''. Porque como diz a Neiva: “É no choque que nascem as estrelas''

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 Foto do Diário do Centro do Mundo

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