Blog Vigilantes da Autoestima

Dia 65 – Destitanicze-se no amor!
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Gisela Rao

São 2 da matina e eu estava dando uma “dura'' no meu amigo J. que está na Europa, mais precisamente indo hoje para Paris. Essa viagem é uma das coisas mais importantes da vida dele, um homem brilhante que estuda várias línguas, trabalha, faz faculdade depois dos 30 etc etc. Durante a viagem, J. conheceu um cara, ficou com ele um ou dois dias, o cara se interessou por outro, e voltou a ficar com J. E, hoje, ele estava indo para Paris tristinho por deixar o cara para trás. Ele me disse que gostaria de não ser romântico. A dura foi exatamente por isso. J., assim como tantos de nós, confunde romantismo com ilusão. E, assim, lá vai ele sabotar a viagem tão importante, como se o outro cara estivesse sofrendo por essa''separação''.

Se você é do tipo que se ilude no amor, aconselho ver o filme “Malévola''. Lá, fica bem claro que a realidade corta as nossas asas todas vez que entramos no ilusionismo.

Foto divulgação

Foto divulgação

Me desculpem os mais românticos, mas hoje em dia penso que o amor é realidade tanto quanto escolher o que você põe no prato ou a necessidade de dormir 8 horas por dia. É uma realidade, um cotidiano gostoso se o casal souber fluir junto com a maré, não jogar âncoras, e cultivar as gentilezas. Para o amor, damos atenção, como damos para nossos amigos, nossa família, trabalho, voluntariado, projetos pessoais… Senão o relacionamento vira um oceano sem bóia.

Se o peso vai demais para o coração, a vida “Titanicza-se'', encalhamos, afundamos, rachamos a cabeça nas pedras. Tão gostosa é a marolinha do amor, com suas ondas altas que, esporadicamente, vão e vêm. E tanta gente sente falta dos tsunamis da paixão. Socorro, Wilson!

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Para o alto e avante!

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16 de agosto, os encontros do VAE voltam ao vivo com a super psicóloga Neiva Bohnenberger. Grupo pequeno, poucas vagas!

Tema: “Desemperrando as emoções para deslanchar no segundo semestre''

V

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O divertido diário da escritora que vigiou sua autoestima por 365 dias

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COLUNAS DA GISELA RAO  NO ATMOSFERA FEMININA

> O que escondemos de nós mesmas?  http://zip.net/btn7fv

> Minha vida sem mãe http://zip.net/bhnjKD

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> Feliz 2014. Mas feliz o que? - http://zip.net/bnmnrm

> Se não hoje, quando? - http://migre.me/eVKJy


Dia 64 – Por que ser feliz é uma alucinação?
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Gisela Rao

Uma das coisas que me deixa feliz no VAE é a união. Em todos os lugares que vou, tem sempre algum(a) vigilante oferecendo várias gentilezas. Quando mudei para São José dos Campos, essa vigilante foi a querida Deborah Santos. Ela me mostrou a cidade e, principalmente, os shoppings hehe.

Semana passada, a Deborah – que trabalha na Johnson&Johnson daqui – me indicou como palestrante para a empresa. Sexta, fui recebida calorosamente por 80 mulheres, sob coordenação da bela e simpatissíssima Marta Krugner. O tema era: Autoestima e Liderança. Nem preciso dizer como foi divertido. O barco é para ilustrar a “Líder do Navio = Leadership''.

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Um dos pontos altos do evento, fora o chapéu do Fuleco (hehe), foi quando eu disse que ser feliz não era para ser uma alucinação. Digo isso, porque tem um post, no facebook, que diz que quando tudo está bem na sua vida é alucinação. Não, não é. É o direito de cada um de nós. Quem conhece o blog há 4 anos sabe como eu era infeliz, principalmente, porque culpava os outros pela minha infelicidade: pai, namorado, governo etc etc.

Então, eu simplesmente resolvi entrar na vibração da felicidade e – pasmem! – tudo começou a fluir e a dar certo (o que não quer dizer que não tenha problemas como todo mundo). Eu posso dizer que hoje eu tenho uma vida perfeita (pelo menos para os meus padrões de perfeição). Se você quer ser feliz, faça como a encantadora Dona Virgínia – do vídeo abaixo – e tira da sua vida as palavra “Se…'' e “Quando…''. Sim, dona Virgínia “Nada é maior do que nós''.

Para o alto e avante!

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Uma porcentagem da palestra foi doada para a ONG Opar, de animais de rua (SJC). Viva a gentileza!!

Pollyana e Henrique

Pollyana e Henrique

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Dia 63 – Esperança!
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 11:30h!

Faz dois anos que estou morando no interior e amo de paixão. Só vou para São Paulo quando tem reunião, aí aproveito para rever os amigos e assistir a bons filmes no cinema. Já moramos em dois apartamentos aqui: o “Solare'' – perto de um dos parques mais lindos do mundo -, e o “Gênesis'' – perto do comércio. Agora, estamos nos mudando para o “Esperança'', perto dos parques e do comércio. Olha que vista linda!

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Um dos motivos que nos fez mudar foi o preço. O novo apartamento é R$ 500,00 mais barato e espero (mesmo tamanho), sinceramente, que essa diferença seja usada nas minhas viagens com foco nas ações humanitárias. Nesse caso, o nome “Esperança'' vem a calhar, porque é o que desejo dar às pessoas que estejam realmente precisando dela. E quem não está? 

Eu mudei. Eu era uma pessoa muito apegada à casa. Cheguei a morar 15 anos em um mesmo prédio. Mas a cada ano que passa eu tento me apegar menos a tudo que tenho (não, isso não inclui meu iPhone hehe) e, dessa forma, superar um dos meus maiores inimigos: a preguiça. Ou pior ainda: zona de conforto! E é sobre isso que pretendo falar na palestra que darei na Johnson&Jonhson nessa sexta-feira, sobre autoestima e liderança.

Sobre a preguiça, o líder espiritual Osho tem algo interessante a dizer: “A preguiça sempre sente uma certa culpa, um certo sentimento de “eu estou fazendo uma coisa que não deveria'', de“não estou participando da existência''. A preguiça significa que você se desligou da criatividade do Universo – você fica de lado enquanto o Universo continua criando, dia após dia.''

Para o alto e avante, Brasil!

Jornal Repubblica

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Dia 62- A arte de rir quando se cai
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Gisela Rao

 

No dia do jogo do Brasil com a Alemanha eu peguei o ônibus das 15h pra vir de São Paulo à minha terra. Daria pra ver o jogo no comecito. Eu estava na cadeira 4 do ônibus, na turma do gargarejo porque gosto de ficar vendo o motorista (pra ver se não tá dormindo hehe). Também sempre ajudo a desembaçar o vidro na chuva.

Havia um senhor japonês na cadeira 2. Quando o ônibus ia parar em um ponto, ele levantou rápido, mas esqueceu da idade e levou um tombão. Só não foi pior porque eu o puxei pelo paletó. Até o sapato ele perdeu. Achei que levantaria envergonhado porque era um senhor muito calado; que nada! Levantou rindo como uma criança. Ajudei a achar o sapato. Desceu do ônibus rindo. Juntos, rimos também – o motorista e eu. Não do tombo, mas dá alegria dele.

Então, é assim: rir quando se cai é uma arte.

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Achei muito bacana as mensagens que os jogadores alemães mandaram aos brasileiros. Mensagens como a do Mesut Ozil: “Vocês têm um país lindo, pessoas maravilhosas e jogadores incríveis. Essa partida não pode destruir seu orgulho!”. Graças ao blog VAE, pensei a mesma coisa que ele naquele dia do último jogo.

Mas, quem tinha que dizer isso era a gente, não eles. E se não estamos dizendo, não é culpa do governo, nem da CBF, nem do David Luiz, é culpa de cada um que não sabe rir nem do seu tombo e nem da sua levantada.  

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DIA 61 – Por que preciso ter vergonha de ficar triste pelo Neymar?
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Gisela Rao

Acho divertidíssima a pancadaria que rola, às vezes, no Facebook. Algumas pessoas realmente lidam com frustração como se fossem crianças, como o caso da moça brasileira – para quem fiz companhia e dei conselhos por longos meses quando estava sozinha nos EUA - e que me bloqueou porque eu não concordei com a palavra AMOR . Isso porque ela colocou essa palavra como legenda de uma foto com soldados americanos carregando crianças feridas no Iraque. Isso pra mim é hipocrisia e não amor, afinal, todo mundo sabe dos mais de 100 mil civis que foram mortos pelos americanos nesse lugar. Se não sabe, basta ver o vídeo que o Assange divulgou dos soldados atirando propositalmente em civis; ou o vídeo “Clowns in Cabul'' – da situação miserável das crianças nos hospitais do Afeganistão por causa por causa de guerra. Mas é aquela coisa: a verdade dói, né?

Agora a pancadaria é sobre o Neymar. Eu escrevi algo que não era pessoal a ninguém e mesmo assim muita gente ficou ofendida. Eu escrevi no Facebook que acho hipocrisia as pessoas falarem que deveríamos nos preocupar mais com as vítimas da ponte que caiu (BH) e menos com o Neymar. Como se alguém no Brasil fizesse algo pelos outros. Apenas 10% do povo são voluntários ativos. E mais: só preocupação não leva a lugar nenhum. Tenho moral pra me preocupar com o Neymar, com as vítimas de BH e com quem eu quiser. Sou colaboradora dos Médicos Sem Fronteiras, da ONG OPAR de animais, voluntária e socorrista pela Cruz Vermelha, além de ter um blog que ajuda as pessoas a aumentarem a autoestima. Ou seja: ponho a mão na massa! Considero que o sangue e a lágrima de todos no mundo têm a mesma cor. Neymar é um cara bacana, humilde, um modelo pra muitas crianças e empresta sua imagem pra várias campanhas filantrópicas. A última empreitada do Instituto Neymar Jr foi uma parceria com o instituto Waves for Water para conseguir doações que serão revertidas em filtros de água para famílias carentes das cidades-sede da Copa. Por que não ter compaixão por ele também? Se podemos nos preocupar quando o Massa bate, podemos também nos preocupar com o Neymar. Afinal, futebol não é menos digno que Fórmula 1.

Ora se também podemos nos emocionar com a esquiadora brasileira, Laís Souza, que sofreu um acidente nas Olimpíadas de inverno, por que não podemos nos emocionar com o Neymar? Só porque ele é rico e ela não? Como se o nosso sentimento estivesse atrelado a conta bancária das pessoas. 

Agora, se você acha futebol tão alienante, pare de postar selfie vestidinho(a) de verde-amarelo em dia de jogo. Pare de engrossar o marketing de que futebol “é o cara'' e ajude os Médicos Sem Fronteiras com R$ 30,00 por mês.

Já disse aqui e mais uma vez vou dizer: não concordo com a opinião de muitas pessoas, o que não quer dizer que eu vá xingá-las ou bater nelas. Se concordássemos com a opinião de todo mundo, os judeus ainda seriam dizimados e as mulheres jogadas na fogueira como bruxas, entre outros vários exemplos. Muita gente também não concorda com as minhas e nem por isso eu vou correndo bloquear o ser-humano no Facebook ou “desmanchar'' amizades.

E era só o que faltava: dizerem o que devo ou não devo fazer com a minha tristeza e compaixão. E também era só o que faltava a gente não poder escrever o que pensa com medo de perder “amizades''. Porque como diz a Neiva: “É no choque que nascem as estrelas''

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 Foto do Diário do Centro do Mundo

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Dia 60 – Dando o braço a torcer (literalmente)
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Gisela Rao

Falei em outro post que não ia torcer na Copa porque sofria muito e porque a gente deveria pensar em coisas mais importantes. Mas vou dar o braço a torcer (literalmente)  porque caí na gandaia no sábado passado. Como eu tive que ficar em São Paulo no finde, fui com as minhas amigas ao meu reduto: a Vila Madalena! Impossível não se contaminar com a alegria dos brasileiros e dos estrangeiros, todos vestidos do verde-amarelo. Até o Fuleco apareceu hehe.

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A última vez que vi uma coisa tão legal foi cobrindo o Carnaval em New Orleans. Todo mundo fantasiado, sem ego, sem julgamento. Alegria geral. Sim, a gente precisa de momentos leves na vida. Momentos em que podemos entrosar com pessoas do mundo inteiro são mágicos. Aliás, é num cenário desses que podemos ser mais gentis ainda, mais generosos. Aproveitei para traduzir as entrevistas dos jogadores, após o jogo, para um grupo de ingleses que estava olhando para a TV com cara de “what a fu–?''.

O ruim é quando a multidão aproveita para treinar a sua idiotice. Para esses, uma tremenda vaia! É incrível como as pessoas conseguem ser burras o suficiente para atirar pedra em si mesmas. Ou seja: reclamam que não temos moral lá fora e fazem de tudo para nutrir isso.

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Quando eu era adolescente, tinha vergonha dos brasileiros porque era um povo que costumava roubar coisas nos hotéis. Pelo menos é o que eu sempre ouvia quando viajava. Agora, que nossa imagem melhorou em tantos aspectos, vamos ficar famosos pela grosseria como recebemos nossos hóspedes? O hino é uma música sagrada. Fala de lutas, vitórias, de amor pela pátria. Mas faz sentido, se vivemos descendo a lenha na nossa pátria, se não temos respeito uns pelos outros, certamente faremos o mesmo com o país alheio.

Para o alto e avante! 

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RECADO IMPORTANTE:

> A vigilante Sandra me disse hoje que se sente triste com os atrasos do blog. Eu realmente entendo. Mas Blog é algo orgânico. Tem dia que não sai nada. Tem dia que a minha mente tá a mil por hora e não consigo nem sentar pra escrever. Minha proposta é a seguinte pra ninguém se frustrar: eu me comprometo a postar toda segunda-feira um texto de qualidade.

Quando eu postar em outros dias da semana, eu avisarei no Facebook. Então, quem quiser  me seguir no perfil abaixo, ficarei contente :)

https://www.facebook.com/gisela.raoii?ref=tn_tnmn

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Dia 59 – Olhe de outra forma
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Gisela Rao

Eu estou aproveitando o clima de Copa, onde ninguém julga ninguém, para ir treinando meu jeito palhaço de ser. Então, ontem fui jantar com minha amiga Emi com esse chapeuzinho lindo. Aproveitei também para visitar meu pai no hospital, o que é sempre uma tarefa difícil. Primeiro porque, como vocês sabem, meu pai é um estranho para mim. Segundo, porque é sempre triste ver alguém de idade no hospital, mesmo que estando bem.

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O fato é que a fantasia me ajudou bastante a ver a coisa por um outro ângulo. Quando você está fantasiado, você deixa de ser você, é um personagem, se distancia. Motivo pelo qual os palhaços usam o nariz vermelho. Também me ajudou o exercício do perdão, no funeral do pai da minha amiga. Na verdade, diante do perdão percebi que nem era preciso perdoá-lo já que nunca fez nada com intenção de magoar. Então, estando distante de todas as emoções, pude fazer uma coisa pela primeira vez em 50 anos: segurar na mão do meu pai. Pois, é, isso nunca tinha acontecido.

Ele estava muito orgulhoso deu ir para a Rússia com o Patch Adams. Também contou casos interessantíssimos de quando viajava para o exterior, nos anos 50, e as duas únicas coisas que sabiam do Brasil era sobre café e o Pelé hehe. Meu pai tem uma mente extraordinariamente lúcida para alguém com mais de 82 anos. Oxalá eu também tenha se durar tanto.

Foi uma hora agradável, com um cavalheiro idem.

Para o alto e avante!

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MURAL DO VAE

A Vigilante guerreira Mirna Costa, fará uma Master Class de zumba com a super estrela americana Loretta Bates. O local? São José dos Campos – 19 de julho – 14h – no Espaço Boa Nova. Babado!

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Dia 58 – O que estamos escondendo de nós mesmos?
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Gisela Rao

Em novembro terei que interagir com as crianças russas e não sei bem como. Então, eu comecei a fazer alguns exercícios. Ontem, por exemplo, eu fui almoçar sozinha em um restaurante onde uma mãe segurava um bebê de 5 meses. Eu comecei a tocar uma musiquinha pra ele com as mãos na mesa e com o pé no chão de madeira. Ele me olhava e sorria a todo instante. A mãe disse que esse comportamento é muito raro, que normalmente ele estranha pessoas desconhecidas.

O que me chamou a atenção é que o bebê não desgrudou os olhos do meu. Nem eu dos dele. Lembrei do Patch Adams ter dito algo sobre isso no seminário; da importância de manter o contato via o olhar. Ele deu vários exercícios pra gente fazer no dia. Não foi fácil. Tentei olhar nos olhos do B.L. – em casa – e ele não segurou a onda. Tentei olhar nos olhos de uma das minhas melhores amigas e ela também não conseguiu. 

Fotógrafo desconhecido

Fotógrafo desconhecido

Fico me perguntando o que nos faz ter tanto medo de um simples olhar, coisa que não tínhamos quando eramos bebês ou crianças.  Ou melhor: o que é que estamos escondendo de nós mesmos? Ou dos outros? Ou do Universo? Ou da viva? Nos achamos feios? Nos achamos tímidos? Nos achamos mais? menos? Perdidos? Encontrados? Fortes? Frágeis demais? Vivos? Desvivos?

“Sempre que você tiver tempo, olhe nos olhos do amigo, do seu amor ou de qualquer outra pessoa. Não pense, apenas olhe cada vez mais fundo dentro dos olhos do outro. Logo perceberá que as ondas se cruzaram e o oceano do outro se abriu para você.'' – Osho

Para o alto e avante!

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RECADO IMPORTANTE:

> A vigilante Sandra me disse hoje que se sente triste com os atrasos do blog. Eu realmente entendo. Mas Blog é algo orgânico. Tem dia que não sai nada. Tem dia que a minha mente tá a mil por hora e não consigo nem sentar pra escrever. Minha proposta é a seguinte pra ninguém se frustrar: eu me comprometo a postar toda segunda-feira um texto de qualidade.

Quando eu postar em outros dias da semana, eu avisarei no Facebook. Então, quem quiser  me seguir nos perfis abaixo, ficarei contente :)

https://www.facebook.com/giselarao (quase lotado)

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Dia 57 – E quando a vida não é uma planície?
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Gisela Rao

É duro ser tantan. Entro na academia, saio da academia. Vou no médico, marco os exames, desmarco os exames. Marco o gineco, desmarco o gineco. Sim, minha vida está longe de ser uma planície – como diz o genial João L.Viera. 

Eu convivo há tanto tempo com os gatos, mas nem assim consegui trazer disciplina para a minha vida; uma rotina que incluísse, em primeiro lugar, a saúde.

Gatos têm sua rotina: de comer só nas horas certas, beber água, tomar seu banho de língua, dormir, alongar, meditar etc etc

Sunshine com medo dos fogos de artifício

Sunshine com medo dos fogos de artifício

Minha vida está mais para a do Fuleco, do que para gato hahaha. Aliás, o tatu-bola desaparecido na Copa.

Mas, porém todavia, gravando um vídeo para o MUSAS (Movimento Mulheres Unidas de Atitudes Saudáveis), tive o prazer de conhecer a Natália Colombo, especialista em nutrição funcional http://www.ncnutre.com.br/

 Ela me explicou que – definitivamente – tudo começa pela alimentação. Um desequilíbrio no estômago, no intestino, já abaixa a imunidade e aí danou-se… Então, eu resolvi ter pelo menos uma indisciplina-disciplinada no quesito comer.

natiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Ela pegou meu dia a dia caótico, reorganizou e indicou os alimentos que deveriam entrar na jogada (as dicas da amiga Christi também estão ajudando). Tudo coisa que eu gosto, tudo coisa em que eu acredito que de fato sejam alimentos funcionais – com propriedades terapêuticas. E, dessa forma, a gente emagrece sem perceber, rejuvenesce, e fica saudável e mais feliz. Finalmente vou parar de jantar lata de ervilha hahaha

Fica muito difícil ajudar as pessoas, com a saúde transitando entre o céu e o purgatório. Então, agora vai! 

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Dia 56 – Precisamos aprender com os palhaços
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Gisela Rao

 

Eu preciso montar meu personagem para ir à Rússia em novembro. Apesar de ser engraçada e fazer os outros darem risada (uma das definições de palhaço no dicionários Michaelis), nunca fui uma palhaça oficial hehe. Para pescar algumas dicas de por onde começar, resolvi falar com meu amigo Celso Reeks, da “Nau de Ícaros'' e fundador da “Artistas de Rua''.

Ele me disse algo bem legal: “O palhaço exagera seus defeitos. Ele faz rir pelo seu próprio ridículo. É a criança que todo mundo tem dentro de si. O palhaço alegra pela inocência. Mas o divertido é que ele acha que está fazendo certo, perfeito''

By Max Lace 1952

By Max Lace 1952

Pois é, a gente faz exatamente o oposto: fazemos tanta coisa perfeita achando que são imperfeitas.

Vamos aprender mais com os palhaços?

Por uma vida imperfeita e sem photoshop!

patch-adams-michigan-hospital

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