Blog Vigilantes da Autoestima

Dia 68 – Nós e nossa busca pelo des-lodo
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Gisela Rao

Sexta-feira foi um dos dias mais inesquecíveis da minha vida. Foi o dia em que encontrei AnaT, recém-chegada dos EUA. Também foi o momento em que finalmente entendi o que é  ser mãe na sua forma mais profunda. Rimos e choramos juntas, conversando sobre a vida e morte de um moço que, pela sua compaixão e generosidade master, certamente já está com o Staff celestial.

Ana me trouxe um presente muito lindo, cuja simbologia foi uma grande aliada na construção da minha autoestima de tijolo: a flor de lótus. Nesse caso, o pingente é da Senhoa, uma ONG no Vietnã onde o seu filho colaborava.

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A flor de lótus está no mantra: OM MANI PADME HUM, que significa em tradução literal. “Oh! A joia do Lótus, oh da lama nasce a Flor de Lótus''. E, sim, ela caminha em direção à luz do sol, branquinha, maravilhosa. Coincidentemente, é um mantra que costumo “receitar'' principalmente para quem sofre uma grande perda, seja qual for.

Então, aproveito para registrá-lo aqui, lembrando que por mais terrível que seja a situação, que por mais que estejamos com o corpo inteiro entalado na lama, em breve nos encontraremos novamente com a luz.

Para o alto e avante!

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COLUNAS DA GISELA RAO  NO ATMOSFERA FEMININA

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Dia 67 – Cansei de ser gente, quero ser gato
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 15h!

Eu era gente até sair meu novo exame de sangue e ver que precisava mudar meus hábitos meia-bocas de ser. Falo em relação à alimentação (muito doce e pouca verdura), falta de exercícios etc. Então, resolvi ser gato. Os felinos são criaturas extremamente disciplinadas. Nunca vou ser a rainha da disciplina, mas dá pra aprender muito com eles. Então, agora, eu faço meu ritual (com a super ajuda do hematologista Dr. Gustavo Vilela e da nutricionista Natália Colombo): acordo e tomo água morna com limão e um suco detox, dou um abraço longo em B.L., faço 15 minutos de yoga, descanso 3 minutos a cada 25 minutos no computador (mentira!), tomo mais água, faço 30 minutos do caminhada + um pouco de musculação (aparelhos gratuitos nas praças), como superalimentos antioxidantes, tomo 15 minutos de sol diário sem protetor, troquei 80% dos doces por frutas, tomo ômega 3 e – à noite- estrago tudo vendo a horripilante série “America Horror Story'' e dormindo de luz acesa ahahahaha.

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Em duas semanas emagreci 3 quilos, me sinto mais leve, mais saudável, mais feliz e com mais autoconfiança para pegar a friaca na Rússia em novembro. Mas e a espiritualidade? Ah, ela também é mega ultra importante pra gente ser saudável. E, sim,  também precisa ter disciplina pra não ficar relegada a segundo ou terceiro plano. Então, durante a yoga, aproveito pra ouvir mantra e dar uma conectada básica. Se você não tem tempo ou não é chegada(o) na práticas indianas, pode fazer coisas simples. Por exemplo, aprendi com o Everson Romero – essa figura incrivelmente interessante que estava lendo Tarô Cigano na feirinha em prol dos animais da Pollyana Coelho – a reconectar andando descalça nos parques e, principalmente, a dizer “Que benção!'' para todas as boas coisas da vida.

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Dr. Gustavo Vilela: https://www.facebook.com/drgvilela

Natália Colombo: https://www.facebook.com/natalia.colombo.5

Everson Romero: https://www.facebook.com/raven.luquesmcmorrigu

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Dia 66 – As perdas nossas de cada dia…
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 14:30h!

Uma coisa é certa: o Facebook escancarou as perdas de todo mundo. Seja de mãe, pai, avós, filhos, animais de estimação : ( Conversando com a psicóloga Teresa Vera Gouvêa, que tem o site Laços e Lutos, aprendi umas coisas. Uma delas é  não ficar falando, para quem perde alguém amado, aquelas pragas de frases: “Força! Vai passar! Tá melhor que aqui!''. Segundo Teresa, o que mais faz sentido é o longo abraço em silêncio. E não tô falando daquele abraço de 3 segundos com uns tapinhas nas costas. Para ela, o “Eu estou aqui'' deve ser dito, mesmo que à distância.

Sim, não tem como traduzir a dor do outro, não tem como impor nada à pessoa, não tem certo nem errado em relação ao tempo que dura o luto, mas podemos falar com nosso corpo e alma. Teresa diz que cada um é cada um e que a forma como se lida com perdas menores, também se lidará com as maiores. Para ela, a dor toma todo o coração, mas com o tempo, aos poucos, vai abrindo espaço, mudando de tamanho. Quando a gente perde alguém “é a dor'', dia após dia muda para''tem a dor''. Tudo ao seu tempo…

“Fico pensando na vida, nas suas nuances, nas suas estações, nos seus sons… fico pensando como é difícil interromper um olhar, um gesto ou um sorriso para um lugar que gostamos… fico pensando que, às vezes, a vida permite estender a mão e dizer adeus, ou até logo, mas noutras vezes não há tempo para despedidas, fico pensando nessa transitoriedade, tão certa, mas nem por isso menos dolorosa… fico pensando em nossas memórias e nos lugares que percorremos procurando qualquer pertence que nos traga o andar, uma fala, um gesto, porque é aí que passa a residir o que temos… '' (Teresa Gouvêa)

Artista desconhecido

Artista desconhecido

Finalizo com um belo trecho de Rubem Alves: “Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer''. A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A “reverência pela vida'' exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a “morienterapia'', o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a “Pietà'' de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo'' - 

http://www.guiageo-europa.com/vaticano/pieta.htm

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Dia 65 – Otávio, Ana, João e Maria
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Gisela Rao

Não conheci Otávio, filho da Ana T. pessoalmente, então não sei se plantou árvore, escreveu livro ou se tem algum filho por aí (creio que não). Mas nem precisa, Otávio já está eternizado. Dono de um coração tão grande quanto o da sua mãe, estava há pouco tempo no Vietnã trabalhando e fez coisas lindas por lá.

Me lembro da Ana ter contado que, com o primeiro salário, ele comprou um quadro de um artista que estava precisando muito de dinheiro. Essa semana, Ana descobriu que ele estava ajudando uma fundação para o estudo das crianças vietnamitas, então, ela pediu aos amigos que não mandassem flores para os rituais de despedida e sim $ para a fundação.

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Assim como João e Maria trilharam a volta para a casa com migalhas de pão, Otávio espalhou generosidade pelo caminho da vida e certamente só colherá amorosidade no seu novo lar. Do seu jeito compassivo, jamais morrerá aos olhos das pessoas e do Universo.

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Para o alto e avante…

“Não há como negar: a cada porrada da vida, uma parte de nossos corações é desfeita. Ele continua a pulsar, mas seu ritmo parece sussurrar em nossos ouvidos que o mundo desabou. Algo morre, e junto das lágrimas que insistem em escorrer vem a certeza de não querer ver a cara do sol no dia seguinte. Mas o sol estará lá, nos lembrando que ele nasce do ventre da noite mais escura.

A primeira coisa a fazer é não fugir dessa dor. Pelo contrário.

Procure, todo dia, dedicar alguns momentos para ficar a sós com você mesma. Em silêncio, entre em contato com sua respiração e perceba como inspiração e expiração se sucedem numa dança sem fim. Sua dor vai aparecer, mas não a tema. Respire junto dela e pouco a pouco crie a intensão de dissolvê-la toda vez que exalar o ar. A alma do seu filho está liberta, e o amor que vocês dois podem agora compartilhar é invulnerável aos ventos dos tempos e espaços que mudam'' - Fernando Seth

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Dia 64 – Que o Zeppelin venha te buscar, querido Otavinho
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 13:00!

Era pra ser um domingo normal. Tipo acordar, tomar um suco detox comprado pronto e, provavelmente, ir à Decatlon dar uma olhada nas coisas de inverno para a viagem à Rússia. Mas não foi. Acordei, sentei pra fazer xixi, peguei o celular e lá estava a mensagem no whatsup: “o nosso Otavinho morreu num acidente de moto''. Comecei a chorar lá mesmo. Isso fez B.L. e a Sunshine levantarem correndo de onde estavam para me acudir.

A mensagem era da minha grande amiga Ana T. Otavinho é seu filho de vinte e poucos anos que morava e trabalhava no Vietnã. Ela mora nos EUA. Sim, você já ouviu falar dela várias vezes no blog. A última foi quando perdeu a sua casa num Tornado, em dezembro do ano passado, e tirou de letra como nenhum de nós certamente faria. Há um mês ela foi  ao Vietnã com o marido e o outro filho. Deu na cabeça visitar Otavio com a família inteira. Sim, a vida é uma caixa de surpresas onde o Empacotador decide o que é que sai dela.

Otávio e Ana num momento feliz de formatura

Otavio e Ana num momento feliz de formatura

Minha vontade quase insuportável de voltar à barriga da minha mãe me fez ir ao Cine Sesc à tarde. Tudo o que eu queria era me enfiar numa toca escura porque nem sempre a luz combina com a dor. Estava passando um festival de curtas do mundo. O primeiro deles era a história de um menino muito doente no hospital e de um enfermeiro. Ele queria diminuir o medo e o sofrimento da criança. Toda tarde, ele contava sobre Helius, um planeta para onde – em tese – os garotos iam quando nos deixavam para trás na Terra. Contava que nesse lugar  o ar era mais leve e portanto ele se sentiria mais leve. Um planeta onde as pessoas – que tinha morrido antes na família – ficavam esperando os que chegavam. Onde ele teria uma casa na árvore e poderia jogar futebol o dia inteiro. Um Zeppelin iria buscá-lo para fazer essa viagem.

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Otavinho, que o zeppelin venha te buscar, querido. Que sua passagem seja leve, que a sua casa seja no topo da árvore mais linda do planeta e que você jogue futebol americano o dia inteiro. Vamos cuidar da sua mamãe aqui nesse mundo véio, mesmo que ela morda a mão da gente hehe. 

Para o alto e avante…

“Quando eu morrer, filhinho. Seja eu a criança, o mais pequeno. Pega-me tu ao colo. E leva-me para dentro da tua casa. Despe o meu ser cansado e humano. E deita-me na tua cama. E conta-me histórias, caso eu acorde, para eu tornar a adormecer. E dá-me sonhos teus para eu brincar. Até que nasça qualquer dia. Que tu sabes qual é.'' – Fernando Pessoa

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Dia 73 – Por que deletamos o “pause”?
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Gisela Rao

Eu me estrupiei semana passada. Fiquei com gripe e laringite juntas. Muita gente me falou pra eu me cuidar melhor, mas eu me cuido melhor: como alimentos alcalinos e funcionais indicados pela super nutróloga Natália Colombo (http://www.ncnutre.com.br), durmo bem, tomo 15 minutos de sol todo dia, bebo água e faço pelo menos 30 minutos de exercício diários. Mas tem vezes que não tem jeito, principalmente indo direto para São Paulo – mega poluída e com ar seco – e onde metade da população está com gripe. Mas o mais louco é isso: como freelancer não posso me dar ao luxo de dar um tempo, de repousar, descansar.

Mas, conversando com minha cliente, que trabalha em uma multinacional, ela me disse a mesma coisa: não pode parar de trabalhar. Então, eu me pergunto: quando foi que deletamos o “pause'' das nossas vidas?

Antigamente era tão bom. A gente tinha gripe e ficava em casa tomando sopinha e vendo Seção da Tarde. E a mãe ainda trazia um presentinho. Que pena! Essa lembrança é mais uma das cenas que a gente deixou jogada em alguma caixa desbotada da memória. E, provavelmente, é essa falta de pausa no dia a dia que desequilibrou a minha saúde.

Sinceramente? Precisamos rever urgente a loucura nossa de cada dia.

Para o alto e avante!

Autor desconhecido :(

Autor desconhecido :(

“Eu estou dizendo coisas e falando para vocês apenas para lhes dar uma experiência de silêncio.

 Estas pausas são a coisa mais significante que estão sendo passadas para vocês, sendo transferidas para vocês. Estejam disponíveis em tais pausas''- Osho


Dia 72 – As coisas podem ser tão mais simples
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Gisela Rao

Quem conhece a minha história com o B.L. sabe que tudo aconteceu muito rápido. Ele me conheceu pelo rádio, quando dei uma entrevista sobre o livro “Não Comi, Não Rezei, mas Me Amei'' (Jovem Pan). Depois, namoramos 5 meses e fomos morar juntos na delícia de cidade dele, após uma celebração maravilhosa com o xamã Cyro Leaao: https://www.facebook.com/cyro.leaoo

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Mês que vem vai fazer 3 anos que estamos juntos – na alegria e na tristeza; na saúde e na doença. Nunca pensei em motivos para casar com B.L., mas se fosse citar um eu diria: no complication. A gente nunca fez joguinhos, nem escondeu o que sentia, nem teve frescuras. A coisa simplesmente fluiu e flui gostoso como a vida deve ser. Porém, de uns meses para cá, a Jiripoca deu uma piada. A gente não estava numa frequência legal, rolando muito perrengue. Resolvemos a situação de uma forma simples: colei na parede um cartãozinho com 3 coisas que estavam me irritando nele e ele fez o mesmo. Nem preciso dizer que a relação voltou a ficar muito, muito legal. Pois é, simples assim. O mais louco é que a coisa que mais me irritava nele era gerada pela mesma coisa em mim. Ou seja: eu falava as coisas de uma forma agressiva (sem perceber) e ele devolvia na mesma moeda (sem perceber).

E um achava que o problema era o outro. Ops! É fácil sempre culpar o outro, né? Mais fácil que encarar as nossas sombras de trás pra frente.  E isso vale para tudo: amor, trabalho, amizades, vizinhança etc etc.

Sim, gentileza gera mesmo gentileza. E é o que a gente tem deixado entrar à rodo agora aqui em casa : )

Para o alto e avante!

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BLOG VAE RECOMENDA

A tremenda taróloga e terapeuta de florais, Cassia Ferrari, que tive o prazer de conhecer, me consultar e me maravilhar :)

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https://www.facebook.com/frequenciadobem

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Dia 71 – Já se realizou hoje?
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 11:30

Toda hora acontecia uma coisa e eu nunca conseguia acabar meu curso de voluntária da Cruz Vermelha. Isso era doloroso para mim porque eu  queria muito começar a ajudar as equipes de São Paulo e porque, quando eu viajava para a Itália para conhecer a Croce Rossa de lá, eu nem podia me apresentar como voluntária.

Mas nesse domingo, finalmente, consegui terminar o curso e me senti mega, ultra realizada. Eu fiquei muito impressionada com a quantidade de pessoas inscritas (de todas as idades) e com a quantidade de voluntários ajudando a gente num lindo domingão.

Eu confesso que na última aula (primeiros socorros) eu fui meio assim-assim, achando que não precisaria estar lá, já que fiz o curso de capacitação de Primeiros Socorros na própria Cruz Vermelha. Mas ainda bem que a minha arrogância durou pouco porque, obviamente, aprendi mais coisas.

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A gente tem que lembrar que já estamos em setembro de 2014, que a vida é estupidamente curta pra ir deixando o que nos realiza num cemitério de pó e ácaros.  Veja bem: estou falando do que nos realiza e não do que achamos que devemos fazer ou precisamos. É um acorde diferente, do coração, que faz a nossa alma dançar como se ninguém estivesse olhando.

Registro aqui a minha gratidão à Bianca Centurione, ao André De Gerone e ao Fábio – jovens que entenderam que a nossa missão nesse mundo velho e sem porteira não é só comer, dormir e trabalhar. Amor ao próximo já!

Para o alto e avante!

 “Esteja aberto ao sonho e diga-lhe: “Estou com você e estou disposto a ir até você. Conduza-me para onde você desejar me conduzir; estou disponível.'' Entregue-se simplesmente a ele. Feche os olhos e mova-se com ele, desfrute-o, deixe que ele se revele'' – Osho

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Dia 70 – O que é tão importante que te faz chorar?
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Gisela Rao

Percebi que a Cruz Vermelha era mais importante na minha vida do que eu imaginava. O curso para ser voluntária oficialmente tem 4 aulas, e uma duração de 1 hora e meia. No dia da terceira aula choveu um pouco em São Paulo. O trânsito ficou o bicho e o ônibus vindo da minha cidade travou lá na Marginal. Chegue 1 hora atrasada na estação de metrô perto do prédio. Para piorar a situação, tinha uma fila de gente esperando taxi. Quase comecei a chorar de tristeza por mais uma vez ter que adiar minha formação. De repente, parou um taxi e ele disse que só levaria quem fosse para os lados do aeroporto de Congonhas. Só eu iria. E fui! E, pra minha felicidade, teve mais 45 minutos de curso.

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Sinceramente, não consigo mais imaginar minha vida sem uma grande paixão (de não carne e osso). Acho que é sem isso que dá aquela sensação de ter tudo e não ter nada, de vazio, de alma xoxa, broxada. É sem isso que a gente acha que o amor é tudo na nossa vida e sufoca o coitado/coitada que está do nosso lado, ou sufoca nossos filhos, ou trabalha demais, ou dorme demais ou reclama demais.

Esse taxi não veio por acaso, veio mais uma vez provar que quando seguimos nossa verdade, as coisas fluem. É o que muita gente chama de “o Universo conspirando''. O probelma é que, nos dias de hoje, seguimos tudo – menos a nossa verdade.

Então, o que é tão importante que te faz chorar?

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Dia 69 – Desemperraaaaando emoções
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Gisela Rao

> Blog VAE volta meio-dia!

 

A psicóloga Neiva Bohnenberger convidou a gente, nesse encontro do VAE de sábado – para um exercício genial: lembrar de um dia em que nosso zíper emperrou e como a gente reagiu a isso? Por que? Porque provalmente é a forma como também desemperramos (ou deixamos de desemperrar) as nossas emoções no dia a dia. Algumas pessoas resolvem a coisa no grito, ou desistem fácil, ou usam a raiva, a calma, desapegam da objeto e por aí vai. Lembrei que já reagi de todo jeito. Quando eu era mais jovem, se a coisa não ia, eu arrebentava. Depois, comecei a pedir a ajuda para alguém que estivesse mais calmo ou que manjasse mais de zípers hehe. Hoje em dia, quem usa a calma sou eu, tentando entender o que exatamente foi mastigado e como é que dá pra soltar. E sempre dá.

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Você já pensou sobre isso?

Nosso encontro também teve momentos grandiosos: o aniversário da queria vigilante VIP das VIPS – Luciana Silvestre -, a capa da almofada de Machu Picchu que a Eliana ganhou de outra vigilante quando disse que seu sonho era ir pra lá, e a revelação da Neiva como contadora de histórias que nos lembrou, mais uma vez, do poder que temos dentro de nós.

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By Annie

By Annie

“E hoje quero agradecer um dos melhores contos que já ouvi na minha vida, graças a uma contadora de histórias que nasceu hoje! Neiva Bohnenberger! A mulher sábia tomou conta dela e espalhou sementes lindas de sabedoria, esperança,amor e gentilezas. Nos ensinando a arte da tolerância e compreensão ao outro. Uma emoção linda ardia e tomava conta dos olhos dessa mulher sábia e guerreira. Eu me sinto extremamente honrada por ter sido agraciada pelos teus ensinamentos.


Gratidão especial a Gisela Cochrane Rao mulher, menina, mãe (de um jeito todo especial) que anda me ajudando no meu processo de sair do casulo, que anda ajudando tanta gente, espalhando sorrisos,alegrias, dando uns cascudos, sacudindo, dançando, lançando palavras de incentivo, de mergulho interior, de amor ao próximo. Essa moça se lança em projetos meio doidos, mas de uma profundidade que só quem permite é capaz de compreender. Ela atendeu ao
chamado que urge neste vasto mundo de estender a mão e acolher o próximo. Ao longo da sua jornada se vestiu de personagens como chapeuzinho vermelho, lobo mau, fadinha que abençoa teus caminhos e por aí vai.'' – Annie dos Ventos

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