Blog Vigilantes da Autoestima

Dia 37 – Ser você mesma(o) é o maior poder que existe
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Gisela Rao

> Vamos sair um pouco do computador? Blog VAE volta dia 22 :)

Eu nem vou mais pedir desculpas pelo meu atraso aqui no blog, porque infelizmente a desorganização faz parte da minha vida e, provavelmente, fará sempre. Quem tem Déficit de Atenção (DDA) sabe do que estou falando. E justamente ontem uma vigilante me apresentou o blog: http://www.tdah-reconstruindoavida.com.br

“Um trechinho de uma leitora do blog: Porque eu sou assim?
Assim como?

Assim: preciso de gastar o dobro da energia pra completar tarefas simples.

Assim: gasto um tempo enorme desenrolando situações de vida em que me meti por negligência, desleixo, procrastinação ou desatenção.

Assim: jamais conseguir me equilibrar financeiramente. Aparentemente sem nenhuma razão lógica; mesmo levando uma vida de monge trapista, meu dinheiro nunca dá.

Assim: perder o foco ao menor ruído, assustar-me com barulhos que a ninguém mais afeta, desconcentrar-me com um simples farfalhar de folhas em uma árvore próxima.

Assim: querer desistir de tudo ao menor problema. Desmotivar-me sem motivo e encontrar forças nos piores momentos para levantar-me.”

É, não é fácil mesmo ser assim como essa leitora e isso me causou muita baixa autoestima na vida. Mas, sim, é difícil pra todo mundo, com ou sem DDA. Mas, graças ao blog VAE, descobri que não tem poder maior do que ser eu mesma. Ou em outras palavras: aprendi a incrível, maravilhosa arte da aceitação. Por isso, em breve começarei meu novo projeto “Minha Vida Sem Photoshop”.

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Para quem quiser entender mais um pouco mais sobre aceitação, sugiro assistir ao vídeo da minha palestra no Tedx Jardins (realização da querida e ousada Elena Crescia). Lá, eu conto toda a minha trajetória de criança a adulta DDA e como, mesmo assim, fui dando certo na vida. Entenda por “dar certo na vida” realizar as coisas que EU queria muito (mesmo que ralando o coco) – e não as que os outros queriam para mim. 

E isso tudo foi acontecendo – e acontece – porque eu aceito e me orgulho de ser essa estabanada-atrapalhada-destrambelhada-cósmica hehehehe que, apesar do DDA produz tanto e ajuda tanta gente pelo mundo :)

Não, não estudei nada para essa palestra, não preparei nada, não emagreci, esqueci o que eu estava falando várias vezes, soltei palavrão, chorei, gargalhei (mesmo com o dente quebrado) e mesmo assim a turma parece ter gostado e muito :) Espero que você também goste.

Para o alto e avante!

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Dia 36 – E quando a gente desiste…
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 14:15 h :)

Já falei aqui o quanto estou apaixonada pelo Instagram. Provavelmente, porque me comuniquei a vida inteira por texto e agora tenho a chance de fazer isso por fotos. E com gente do mundo inteiro que ama as mesmas coisas que eu. “Palavras sem palavras na pele do papel” (Augusto de Campos).

Acontece que tem um perfil no Insta que se chama “adayinflorence” e, se a sua foto de Firenze for boa, você tem grandes chances de ver publicada por eles. Puxa, eu mandei um monte de fotos e nada… Quando desisti… pá pum! Eles publicaram e eu soube hoje de manhã  :lol:  

By Gisela Rao

By Gisela Rao

Ai, eu fiquei numa felicidade tão besta. Faz tempo que eu não sentia uma felicidade, assim, besta por alguma coisa, digamos, pequena. É tão gostoso. Mas é incrível como a gente precisa sair da “encanation” pras coisas acontecerem. Agarrados demais ao que nós queremos, não nos conectamos com o Universo.

Sim, às vezes é preciso soltar, mesmo que energeticamente falando.

Para o alto e avante!

“Uma vez amei, julguei que me amariam
Mas não fui amado. 

Não fui amado pela única grande razão — Porque não tinha que ser. 
Consolei-me voltando ao sol e à chuva
E sentando-me outra vez à porta de casa.
Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
Como para os que o não são. 
Sentir é estar distraído.”

Fernando Pessoa

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Dia 35 – Cuidado com o que você vibra
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Gisela Rao

Andei observando uma coisa: no fim de semana, a Sunshine come menos ração. O motivo? Eu não estou na doideira profissional. Estou na calma. Ou seja: a minha ansiedade passa ansiedade para a gatinha.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Se você duvida, assista ao documentário “Wake Up”, na Netflix. Nele, um cientista diz que eles fizeram uma experiência muito interessante. Colocaram medidores de números aleatórios pelo mundo. Vou explicar na minha linguagem: da mesma foram que quando você jogar cara e coroa, a tendência de dar uma ou outra é 50%, o mesmo acontece com os números 1 e 0. Enfim, eles colocaram esses medidores de números aleatórios em alguns lugares específicos no mundo. Em tese, o resultado não deveria mudar nunca, mas eles observaram que em determinados acontecimentos o resultado sofreu muita interferência. Por exemplo: no dia do atentado às Torres Gêmeas (USA), entre outros.

Ou seja: se a energia de uma pessoa pode interferir ao redor, imagine a de milhões.

É o que eu sempre digo: se todas as cidades do Mundo colocassem auto-falantes com Mozart, não haveria guerra ;)

Para o alto e avante!


Dia 34 – Pra que precisamos sempre ser mais?
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Gisela Rao

Outro dia mandei uma sugestão de pauta para minha querida cliente e amiga R. Era algo assim: “Ser mãe nos dias de hoje”. Ela  respondeu com um ato falho: “está aprovada a pauta ser mais nos dia de hoje”. Eu mostrei a falha e ela disse que é mesmo uma das preocupações dela nos dias de hoje.

Sei bem o que é isso. A vida inteira eu achei que deveria ser “mais”. Primeiro para agradar aos pais, depois para agradar aos homens, em seguida para agradar a sociedade, mas nunca… nunca para me agradar.

Embora eu ache que faça muito (e isso me rendeu uma gastrite braba), sempre acho que dá pra fazer mais. E a pergunta é: pra que? Pra levar mais curtidas no Facebook? No Instagram? Pois é… Bem diferente de gastar uma baita energia em algo que você realmente acredite, que te realize, te deixe aquela incrível e sublime sensação de plenitude.

Cada vez que fazemos mais, sem um sentido maior, fazemos menos por nós mesmos. Fazemos menos pela nossa saúde, pelo nosso mental, espiritual e, principalmente, pela nossa própria família.

Emi me perguntou: “Qual foi o momento Lua de Mel da sua viagem esse ano com B.L.?”. Fiquei sem responder. Justamente porque quando chegávamos em casa eu trabalhava, ou planejava coisas ou postava fotos no Instagram… então, nossa, não tenho um momento Lua de Mel dessa viagem  :cry:   

Sim, pelo visto não está só na hora de cuidar da gastrite. Está na hora de cuidar do coração também  :-P

Foto by Emi Takahashi

Foto by Emi Takahashi

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Dia 33 – Marina Azevedo estava certa
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Gisela Rao

Marina, minha amiga fotógrafa e vigilante do VAE, me pegou num dia difícil para dizer uma coisa importante. Sabe aqueles dias que te lembra uma guerra biológica? Pois é, a coisa estava assim  e eu nem sei o que disse direito pra ela, mas não concordei com tudo. Mas Marina estava certa.

Biscuit by Suemi Yogi

Biscuit by Suemi Yogi

Ela dizia que eu tinha que dar crédito às fotos usadas no blog. Eu disse que quando alguém coloca uma foto na internet, a coisa vai se perdendo e muitas vezes não tem como achar o dono. Isso é verdade. Mas eu também falei que eu não ligo quando usam meus textos sem colocar crédito. Isso é mentira. Ligo sim! Mesmo quando dizem que é de alguém fera como Danuza Leão & cia.

Uma vez eu quase quebrei o pau com uma psiquiatra que começou a chamar a página dela (no facebook) de Vigilantes da AutoEstima. Sim, a marca é registrada. Mas o que doeu mesmo foi a sensação de violação. Coisa estranha de explicar. E olha que ela sabia do VAE, heim.

Eu sei que ela não fez por mal, como eu também não faço, principalmente quando escrevo o blog na madruga. Mas pimenta na guela dos outros é doce de coco e Marina Azevedo estava certa.

Então, hoje eu inauguro a Campanha Por-Um-Blog-Com-Créditos com essa belíssima foto da minha irmã.

Foto by Adriana Rao

Foto by Adriana Rao

Dar créditos para um artista nos tempos da internet-terra-de-ninguém é mais que correto, é gentileza. E como diz o Profeta: “Não usem problemas; não usem pobreza; usem amor e gentileza”

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Dia 32 – Quando o desapego faz parte de algo maior, não dói
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Gisela Rao

Um dos motivos que me fez trocar São Paulo pelo interior foi o preço dos aluguéis. Eu simplesmente não me conformava em gastar quase dois mil de aluguel (sem condomínio) por um apartamento de 1 quarto. Embora a gente more em um apartamento com 2 quartos e sacada, ele já está custando R$ 1.750,00 (com condomínio). Como voltei dessa viagem achando que têm mais coisas importantes para se gastar dinheiro do que um aluguel, resolvemos mudar de apartamento de novo, para um bairro menos frufru. Podemos pagar, mas não queremos. Sim, isso faz parte de um plano maior, que tenho para 2015, de passar uns meses fora.

Não, a gente não precisa morar num bairro onde toda compra que faz na padaria sai por R$ 50,00. O contrato termina em julho, então já vamos começar a agitar os pauzinhos.

Aprendi a desapegar desde a infância, no Hopi-Hari de tenho-dinheiro-não-tenho-dinheiro do meu pai. Em um ano a gente tinha casa, no outro não tinha. Em um ano a gente brincava na fazenda, no outro ano necas de pitibiriba.

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Então, não dói. Mas que enche o saco mudar de casa, enche hehe. O bom é que cada vez que mudo, me livro de mais coisas e mais gente fica feliz (quem ganha as coisas).

Sobre o desapego, minha querida Marcia Frazão escreveu um texto muito lindo:

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“Desapegar dos objetos no início foi dolorido, mas hoje, ao ver a felicidade estampada nos rostos dos seus novos donos, donos que conhecem a história de cada um e que sei que a passarão adiante, me dá uma baita alegria. O desapego cruel, dolorido, doloroso, não está sendo o dos objetos e sim, de pessoas. Riscá-las, deletá-las, apagá-las da minha vida está sendo muito difícil, mas necessário. Por outro lado, como dizia minha avó, “o ruim sempre tem um gosto gostoso”, a confirmação de amigos do peito está sendo uma dádiva. Amigos que me amparam com palavras, gestos, carinhos. Esses amigos são dádivas, presentes de Deus… Não citarei os seus nomes porque o espaço não daria, mas fica aqui declarado o meu amor por eles”.

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Dia 31 – Ai, que escorregada no quiabo
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Gisela Rao

A primeira vez que fui usar o cartão no caixa-eletrônico na Itália, nessa viagem, ele não aceitou. Isso foi nos primeiros dias. Aí, entrei em pânico e liguei para o Banco do meu celular. Na minha cabeça estava claro que a ligação era gratuita, mas na da Claro, não. E veio uma fortuna. Acredite: uma fortuna mesmo porque a ligação foi longa. 

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Se eu tivesse mantido a calma, teria visto que a ligação é gratuita se você ligar a cobrar. Isso é bem diferente de ligar do meu celular.

Não, isso não é desatenção: é autossabotagem das boas. Já tenho experiência suficiente em viagens para saber que celular é tetra. Mas, fazer o que? São essas quiabadas que a gente dá na vida e que vai aprendendo na marra mesmo que seja com um tapa na “oreia”.

Quando a conta chegou hoje eu tive uma grande vontade de sair correndo pelada e subir o Monte Fuji, mas acho que não vai adiantar nada. Tem que enfrentar, fazer o que. O bom de ser freelancer é que você sai correndo atrás do prejuízo e dá um jeito nem que seja o mês que vem.

Se você está planejando viajar pra fora, muito cuidado com esses tropeços. Por exemplo, eu conheço gente que dançou bonito usando internet no avião, quando passava por sei lá qual continente e teve que pagar mais de 20 mil reais. Pois é, entretenimento caro esse.

Se tiver alguma dúvida, vai no Google porque todo mundo já passou por tudo que é situação nessa vida. Mas, antes disso, não entre em pânico. Tente ter frieza na hora do perrengue. No meu caso, não foi culpa do cartão. É que alguns caixas eletrônicos não fazem saques do jeito que eu precisava. Aliás, tente nem sacar $ do exterior porque tem uma taxa braba em cima deles.

E la nave va…

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Dia 30 – A poesia de Maria
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Gisela Rao

Para encerrar a série Itália-2014, vou falar de algumas das horas mais profundas que tive na minha vida: quando conheci Maria, a poetisa calabresa.

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Tudo começou quando fomos para Solferino, uma cidadezinha na Lombardia, norte da Itália. Um dos lugares mais lindos que já vi nesses 49 anos.

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Foi lá que a Cruz Vermelha nasceu, fundada pelo suiço Henry Dunand. Reservamos um quarto no hotel e restaurante “Da Renato”, um desses deliciosos lugares administrado por uma família muito querida e que faz uma massa com pão de comer ajoelhado agradecendo a benção.

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Eu esperava ter um momento de introspecção, em respeito a sangrentésima batalha que teve por lá (1859), durante a segunda guerra de independência da Itália, onde morreram milhares de soldados em apenas algumas horas. E também pelo meu amor à Cruz Vermelha. Acontece que fomos recebidos como celebridades por termos vindo de tão longe, por eu estar escrevendo um guia de viagem etc etc. A gente nem esperava.

Mas, voltando à Maria, ela é diretora do Museu de Solferino e uma das pessoas mais amorosas que já conheci.

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Em Solferino, tem uma igreja onde a decoração foi feita com os ossos desses soldados. Não , na Itália não se tem muito essa paúra de caveira que a gente tem. Pois o respeito e carinho de Maria por esses jovens guerreiros (muitos de 14, 15, 16 anos), me emocionou. É como se ela cuidasse da dignidade deles, das suas almas, como uma grande mamma, depois de todos esses anos de sepultamento.

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Gente que passou por guerra ou que entende o que é uma guerra, não se conforma. Tem na consciência a estupidez que a coisa toda representa. E Maria é uma delas, que sabe transformar o sofrimento em poesia: “As pessoas esquecem que as lágrimas e o sangue são da mesma cor para todo mundo. Somos todos iguais”.

Esse post é em homenagem à você, querida, à sua sensibilidade, à sua família linda e ao bolo amarelinho que você fez pra gente :)

Para o alto e avante!

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BLOG VAE RINGRAZIA

La Croce Rossa di Firenze per tutta la gentilezza  :-D

Mariangela Lassi e Andrea

CRI Firenze

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Dia 29 – Tudo vale a pena quando a paixão não é pequena
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Gisela Rao

Tô no Instagram faz pouco tempo e é lá que você realmente descobre as suas paixões. Porque você posta e vai atrás de gente que também gosta do que você gosta. As minhas, definitivamente, são gatos e Itália. Fiquei 20 dias dessa vez. Não posso dizer que foram férias porque continuei trabalhando de lá, mas foi – e sempre é – uma benção.

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Fomos para Roma, Firenze, Pienza (grazie, Mira!), Bracciano, Parma, Viterbo, Montalcino e Solferino (essa vale um capítulo à parte no próximo post). Fizemos tudo que deu pra fazer, mesmo não dando.

Dia 28 chega o meu cartão de crédito, que será parcelado em algumas “suaves” prestações. Também terei que ficar alguns meses na contenção total de despesas. Sim, viajar é caro, mas na minha opinião, se fecha alguma porta, abre sempre um grande portal.

Toda vez que vou pra Itália, fico com vontade de mais. Porque cada cidade é uma coisa de louco. Nunca, jamais, você perde a viagem. Dessa vez foi mais rico ainda, porque conheci pessoas pra lá de interessantes, que moram lá, como eu falei no post passado. Infelizmente, não deu pra conhecer todo mundo que eu queria.

Minha amiga Emi vai me perguntar, na semana que vem, quais foram os Top 3 e dessa vez vai ser difícil responder. Mas, vou tentar: 1- Meu maravilhoso encontro com a Cruz Vermelha italiana. 2- A Cripta dei Cappuccini, que transformou a morte em arte (toda feita com ossos). 3- O jantar mágico com meu superamigo Edu Lotfi, que coincidentemente estava lá para comemorar o seu aniversário em uma casa perto da Piazza Navona. Momento total à la “Grande Belezza” (vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2013).

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Agora, vamos aos micos da viagem:

- Tarólogo de 20 euros que eu achei que tinha que ir porque foi ele quem disse que o B.L. viria em outubro (e veio! Mas depois o tarólogo perdeu seus poderes e foi um fiasco).

- Taxista que fez um passeio com a gente sem combinar preço antes e eu tive que negociar muito o preço depois, dando, inclusive um CD de forró no pacote (sim, a gente leva presentinhos pra dar pra pessoas legais e o CD de forró tava baratinho nas Americanas hehehe. Mas ele não merecia, não. Humpf!)

- Chapéu do camelô de Bangladesh que eu queria comprar (porque tava uma friaca danada), mas não tinha todo o dinheiro na hora, mas que ele acabou liberando porque eu cantei um trecho da música “Song of Bangladesh”, da Joan Baez.

- B.L. tirando foto das esculturas da lojinha do museu achando que já era o museu.

- B.L. pedindo queijo e presunto cru com café.

- Eu pedindo azeite pra botar na pizza – que lá é uma gaférrima.

- Os 12 euros que joguei fora comprando o bilhete para a necrópole de São Pedro e amarelando adoidado quando descobri que era embaixo da terra (claustrofobia!!!)

- Ganhamos uma passagem de primeira classe num trem de curta distância e ficamos com medo de aceitar o vinho tinto que serviram ($). Depois descobrimos que era de graça. Ai ai ai.

- O senegalês praguejando porque a gente não quis comprar a pulseirinha que ele disse que era um regalo.

- Eu esquecer o fio do carregador do Afonzo 5 no hotel :(  

- O cara da loja da TIM correndo atrás da gente no aeroporto de Roma porque eu deixei o Afonzo carregando lá, fui comer um lanche e a loja ia fechar. Ahahahah. Essa foi fo–.

E os presentinhos merecidos que levamos, foram para:

- A moça e os filhos, em Roma, que ofereceram carona pra gente sem nos conhecer. Estávamos perdidos pra variar (ganhou CD do Chico Buarque).

- A responsável pela ala internacional da Cruz Vermelha em Firenze, que fez uma super apresentação pra gente (ganhou saquinho de pedras brasileiras).

- A calabresa querida que conhecemos em Solferino e que fez bolo pra gente (ganhou saquinho de pedras brasileiras)

- O garçom do restaurante Dino & Toni, em Roma, gente finíssima (ganhou CD do Seu Jorge)

- Alan e Irene, casal que alugou a casinha charmosa em Firenze (veja foto 6), que teve muita paciência comingo marcando e desmarcando essa viagem duas vezes (ganhou colherzinhas com cabo de pedra brasileira).

- Minha mamma romana – Anna Maria Clementi –  que sempre aluga um quarto muito, mas muito barato pra gente (ganhou CD do Milton Nascimento) e que prova que, sim, dá pra viajar sem gastar tanto.

Para o alto e avante!!

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BLOG VAE INDICA

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Roteiro enxuto, cool e lindíssimo – de 15 dias na Itália – do site “Brasil na Itália”, da Bárbara Bueno - http://zip.net/bcmTDB


Dia 28 – Gente certa, no lugar certo
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Gisela Rao

Voltei de viagem hoje, deixando uma coisa para trás: o fio do Afonzo 5!! Então, o blog completo sobre a viagem será mais para o fim da semana, quando chegar meu novo fio pra descarregar as fotos. Mas já dá para adiantar que uma das coisas mais legais dessa viagem, com certeza, foi os encontros que tive com os brasileiros que estão morando na Itália há pouco, médio ou looooongo tempo. Gente ocupada para caramba que reservou pelo menos um dia do seu precioso tempo em euro para nos fazer ter ainda mais certeza de que é preciso conhecer as cidades desse lindo país antes de bater as bota (Ops, bota = Itália, que é nesse formato. Desculpe o trocadilho. Foi sem querer hehe).

Italia-bandeira

Piramos com  a alcachofra frita (e o sorrisão)  na companhia da jornalista e escritora Claudia Monteiro, em Roma; com o rolêzinho delícia com o Fabio “Minha Saga” Barbiero e sua mulher Luciana, em Pisa; com as perguntas que a Cristiane Barros fez para a gente ver a arte (e a traseira do Davi de Michelangelo hehe) de outra forma, em Firenze; com a generosidade do marido ultra querido da Cristiane, o Sandro; com espiritualidade da Claudia Leite; com o passeio pelas ruas – que a gente nem sabia que existiam -, em Roma, com a Edna Costa  :-D

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São pessoas que batalham pra caramba, valorizando o nome do Brasil lá fora e têm duas super coisas em comum: alto-astral e gentileza!

Se você quer conhecer a Itália profundamente e não só entrar no Coliseu e gritar -”Ai, vou morrer, agora! Que lindooooo!” – não deixe de contactar esses profissionais, e agora amigos. Gente muito, mas muito necessária.

Sim, são pessoas certas, nos lugares certos.

Para o alto e avante!

http://www.noticiasdabota.com/

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http://www.ednacosta.com/

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