Blog Vigilantes da Autoestima

Arquivo : janeiro 2013

Dia 15 – A vida é uma linhona amarela
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Gisela Rao

O mistério da pirâmide em São Paulo é o metrô linha amarela. Porque a estação Consolação fica na Avenida Paulista e a da Paulista fica na Consolação. Sendo assim, sempre entro errado. Toda vez eu sigo a placa onde está escrito Avenida Paulista e acabo saindo na Consolação. Mas eu queria sair na Paulista! Na Paulista! 

Mas hoje aconteceu uma coisa curiosa. Eu desencanei total e deixei a vida me levar, não segui placa nenhuma e adivinha onde eu saí: na Paulista!!!

É, eu sei, a vida também é uma linhona amarela. Quando você está no sufoco pra descolar alguém, todo mundo foge. Se está subindo pelas paredes para arrumar emprego, não consegue nem de camelô. Se estiver doida(o) pra vender seu carro, então, já viu… só aparece oferta matusquela.

É porque a gente se desespera demais. Tem ansiedade demais. Sofre demais.  Mas quando estamos desencanados, aí tudo flui que é uma beleza. 

Tá todo mundo doido demais. Hoje eu estava almoçando tranquilamente e uma amiga, que tem uma agência digital perto de onde eu estava, me ligou pedindo pelo amor de Deus preu dar uma força em uma concorrência que ela vai apresentar hoje. Eu tive que sair correndo e a comida, coitada, fez Hopi Hare no meu estômago. Foi cruel. E  era só pra inventar uma frase para uma peça. Pergunto: pra que tanto desespero?

É, Fernando Pessoa, “sentir é estar distraído”… Calma, gente. Calma, eu!

Para o alto e avante!

 

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Dia 14 – A gente só nada quando a água chega
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Gisela Rao

Tô me sentindo uma cabra, andando pra lá e pra cá na casa e emitindo grunhidos estranhos por causa do mal estar da gripe. O duro é que freelancer não pode parar de trabalhar. E o mais duro ainda é fazer isso com a cabeça zuada.

 Mas é aquela coisa: a gente só nada quando a água chega e tô que tô esses dias tomando vitaminas, comendo proteínas etc etc. Cuidar da saúde que é bom  – e todo dia – chega a ser uma utopia tão grande quanto querer alcançar o topo do Everest de sandália havaiana. Sim, lógico que eu ia me matricular na musculação, mas eu deixei para o próximo mês. Bom, mas aí é Carnaval, então vamos deixar pra março. Mas março tem o Dia Internacional da Mulher e o aniversário da Hedwininha. Então, abril! Ok, mas só depois do Dia do Índio ehehe

Sim, a gente miguela mesmo o quesito saúde – e na cara dura. Meu pedido de mamografia? Já amadureceu e caiu da árvore. Meu exame de sangue? Tá vermelho de vergonha. E a coitada da gata – que também tem que fazer exames para limpar os dentinhos - esperou tanto que até já tá vendo pôneis malditos ahahaha. Tô rindo do que? Não tem graça nenhuma porque saúde é o treco mais importante que a gente tem na vida e o mais desvalorizado. Pintar o cabelo, ah isso eu não miguelo, não. Comprar roupa na liquida também não.

E a migualagem, claro, tem a ver com o post de ontem que diz que a gente trabalha pra danar, e faz projetos pra danar pra correr atrás da cenoura, aliás, do dimdim, na ponta da varetinha.

Então, fica todo mundo me receitando chá de limão e cama, mas eu tô aqui, às 3 da manhã no PC, adiantando um pouco a avalanche de coisas que têm que ser feitas. Só na última reunião, na quinta, saí com uma listinha de 12 delas.

Sim, eu comprei um quadro branco e grande pra colocar as coisas urgente e importantes que tenho que fazer, mas eu esqueci que preencher o quando está na lista de urgentes e o branquelo tá lá abandonado em cima do sofá da gata.

Não, eu nem vou pinoquear e falar pra vocês: Hei! Eu vou fazer todos os exames! Porque eu não posso garantir isso, mas eu vou garantir que pelo menos farei unzinho (unzinho no sentido bíblico e na linguagem de Pitágoras e não cigarro de marofa. cruzes).

Ontem, o pessoal fofo do Instituto de Emagrecimento me ligou para falar gentilmente que eu cuido de tantas pessoas e coisas e menos de mim e que eles estão me esperando pra fazer isso por mim. Olha, quer saber: hoje eu vou lá, sim! Já se foram dois quilos e já, já chego onde quero – e sem obesidade visceral hehehe.

Ok, hoje eu vou me cuidar.

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Dia 13 – “A força da grana que destrói coisas belas”
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Gisela Rao

Não, não é só Brasil que as tragédias como a de Santa Maria acontecem. Aconteceu em 2004, em uma boate na Argentina. Aconteceu em 2010 na Love Parade, festival de música, na Alemanha. Em todos, o mesmo problema: gente demais e saídas de emergência abertas de menos.

Nas duas boates, as portas de emergência foram trancadas para que as pessoas não saíssem sem pagar, mas pagaram sim, com suas próprias vidas :’-(

Infelizmente, mais uma vez, não aprendemos com os erros dos outros.

Não tive filhos nessa encarnação por opção, mas posso imaginar o que esses pais estão sentindo nesse momento. Um sofrimento em retas paralelas que talvez se encontrem apenas no infinito. Celulares que jamais serão atendidos, corpos sendo reconhecidos. Dor sem fim, como a nossa indignação.

Quando uma coisa dessas acontece, eu me lembro da frase do Caetano Veloso: “A força da grana que destrói cosias belas”. Sim, somos zumbis guiados pelo brilho do ouro. E não são só os empresários de boates, não. Também prejudicamos nossa saúde, nosso lazer, nossos relacionamentos e até nossa dignidade porque queremos sempre mais e mais.

Que Santa Maria nos faça lembrar que a coisa mais importante da vida não é o dinheiro. A coisa mais importante da vida… é a vida.

GENTE, não é só Santa Maria que precisa de sangue. O Brasil inteiro está com os estoques baixos nessa época de férias. Que esse episódio lamentável sirva para lembrar que qualquer um de nós pode precisar a qualquer momento. Doe sangue!

Lista de hemocentros: http://migre.me/cZMub


Dia 12 – Às vezes, é bom despensar
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Gisela Rao

Eu nunca pude imaginar que meu pai chegaria aos 80 anos. Nem ele. Meu pai fumava (até uns 2 anos atrás) seis maços de cigarro por dia, tomava muito café e praticava zero de exercícios. Mas chegou aos 80 e raramente teve algo preocupante na área da saúde. Bom, agora não teve jeito, ele – como a maioria dos pais ou mães dessa idade – está com complicações que deixaria a maioria das pessoas preocupada.

Mas ele não está preocupado. Aliás, segundo ele, não está nem aí. Vai fazer o que tem que ser feito e pronto. De certa forma, ver alguém da sua família com esse tipo de postura – nada sofredora ou nada Síndrome de Vítima – dá um certo alívio porque é óbvio que é muito triste ver as pessoas sofrendo, principalmente nossos pais.

Sempre achei meu pai meio desencanado pras coisas, fora o trabalho dele. Canceriano da gema, se tivesse cigarro, café, um docinho e TV… estava tudo bem. Mas, hoje, fico me perguntando se essa reação à doença é uma certa desvalorização da vida ou se é um legítimo “despensar” mesmo.

De qualquer forma, um despensar de vez em quando, em um mundo onde o que impera é a tempestade em copo d’água, não seria nada mal.

Sim, esse despensar é para se pensar ;)

Para o alto e avante!

 

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Dia 11 – Por que sacaneiam tanto a gente?
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Gisela Rao

Essa calçola de vó é minha última aquisição e eu prometo que a chance de B.L me ver com ela é a mesma de encontrar o Papa na padaria comprando crush. Acontece que todo mundo sabe que calcinha com elastano é uma bomba para os países baixos e todo mundo continua fabricando. Aliás, pra achar uma calcinha 100% algodão só apelando mesmo pra feira.

Sim, todo mundo também sabe que antiperspirante é uma hecatombe para a saúde (ele entope, com alumínio, os poros e isso faz o corpo produzir menos suor) e mesmo assim todo mundo continua fabricando e, achar desodorante (sem o anti-perspirante), é uma das missões mais difíceis dessa vida. E eu insisto em fazê-la, o que me rende ou um cheio mais masculino ou  aquele cheiro de antigamente de flores-com-talco.

Todo mundo sabe que adoçante aumenta a fome e, portanto, engorda e mesmo assim todo mundo fabrica dizendo que é a solução pras suas gorduras endemoniadas.

Me pergunto: por que sacaneiam tanto a gente?

E por que a gente se deixa ser tão sacaneada?

Eu me sinto meio ETzada quando vou contra corrente. Mesmo assim, prefiro usar calçola e perfume de vó do que aceitar ser sacaneada. E olha que estou falando de duas entre milhões de coisas que têm por aí.

Sobre o nadar contra a corrente, sugiro o texto da fabulosa Eliane Brum – Perdão, Aaron Swartz .  Sobre o gênio da internet que se matou aos 26 anos e que lutava, de todas as maneiras, para ir contra a corrente e beneficiar o máximo de gente possível. http://migre.me/cVkDN

Mas a gente tem tanto medo de ir contra a corrente, né? Imagine, ser diferente dos outros e correr o risco de não ser aceito pelo grupo? Afe!

Afe, o cacete! Todo cisne um dia encontra a sua lagoa. Se você ainda se sente um patinho feio, é porque é a lagoa que está errada ;)

Para o alto e avante!

Quando lemos o que Aaron Swartz escreveu, ouvimos o que disse, ele que acreditava tanto em mudar o mundo, é difícil não pensar: por que ele desistiu de nós, ele que acreditava tanto? Que mundo é esse que criamos, onde alguém como Aaron Swartz acredita não caber?” – Eliane Brum

 

Encontro do VAE – fevereiro!

O VAE volta com carga total 23 de fevereiro, com a psicólga Neiva Bohnenberger. Falaremos sobre autoestima e os mecanismos que nos impedem de fazer o que realmente queremos.

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Dia 10 – Nós e os “Olhos de Sauron” das nossas vidas
Comentários 1

Gisela Rao

A gente acha que ainda tem paraíso na Terra. Eu tenho as minhas dúvidas. Mudei para o interior para fugir de muitas coisas em São Paulo: preço absurdo de aluguel e restaurante, violência, trânsito, poluição… A maioria eu consegui, mas o quesito poluição tenho as minhas dúvidas. Embora aqui seja infintamente menos poluído, não muito longe da minha casa tem a refinaria da Petrobrás. Existe uma torre – imagino eu de eliminação de gases -, onde uma chama fica sapateando pela noite. Às vezes, eu sinto cheiro de diesel queimado. A população daqui já reclamou pra caramba, porque às vezes o treco descontrola e emite uma fumaça pretona. Quando as pessoas reclamam muito, eles ameaçam sair da cidade, o que fará muita gente perder o emprego (pelo menos foi isso que me disseram).

Eu a chamo de “Olho de Sauron”. O símbolo de Sauron (O Senhor dos Anéis) tudo vê e observa não permitindo nenhum deslize de seus aliados ou a fuga de seus inimigos.

Fico imagina quantos olhos e Sauron temos por perto. Como L., que não larga o emprego que está detonando a sua saúde porque está investindo seu $ em seu lá o que. Ou como M., que não larga o marido mega destrutivo por medo de ficar sozinha. Ou como P., que continua morando na cidade que detesta porque tem medo de voltar pra sua terrinha e não arrumar emprego. Ou como A., que ama J., mas não tem coragem de casar porque ele é durango. Ou como A.L. que sente atração por seu namorado, mas não pode transar porque a religião não permite.

É o medo, é sempre a chama do medo que vai consumindo nossos sonhos, nosso ainda insistente espírito de ousadia, nossa vida.

Quando é que apagaremos os “Olhos de Sauron” da nossa existência? Ou pelo menos, quando é que jogaremos uma terrinha neles?

Para o alto e avante!

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Dia 9 – Cuidado com as sarnas pra se coçar no amor
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Gisela Rao

> Blog VAE volta 13:30

Semana passada uma amiga me pediu o contato de um garoto de programa que entrevistei para uma matéria na revista Nova – há 2 anos. Eu não tinha mais o telefone e tive que entrar no site dele. Alguns minutos depois, meu marido foi usar meu notebook e deu de cara com a página do rapa. E pra explicar que eu não era sócia do clube de stripers? Tive que ligar para a minha amiga na frente dele e tudo se esclareceu.

Isso aconteceu porque eu não previ o que poderia rolar. Já mais esperta, avisei que hoje entrevistarei, para o RepórterRao, a autora do livro “Cem Homens em Um Ano”, num motel. Por que imagina se alguém me vê entrar no motel ou se ele acha o fósforo do lugar lá em casa. Eu adoro fósforos hehe

Sim, são as sarnas-pra-se-coçar do amor.

Tretas que poderiam ser evitadas se a gente se colocasse “in your shoes”, ou seja: no lugar do outro. E os relacionamentos estão cheios dessas sarnas, a começar pelo Facebook. B.L. e eu fizemos um pacto de sair um do perfil do outro. E nunca mais tivemos problemas. Porque tivemos muitos problemas antes. Como explicar que o seu amigo lindo – que te escreve que você é a sereia da Fontana di Trevi – é gay, e que mais sereia que você, é ele hehehe.

Não adianta, amor só funciona com harmonia. Se começa brigaiada e desconfiança não vai dar certo. Portanto, fique esperta(o), aliás, atenta(o) para sempre que puder se colocar no lugar do outro. 

Seu relacionamento agradecerá. E o mundo também! Ai se todo mundo fizesse isso…

Para o alto e avante!

 

VIGILANTE FELIZ!

A vigilante Cibele Nardi foi a feliz vencedora do sorteio de fim de ano no VAE de dezembro. Ela ganhou uma diária completa na delícia-sem-palavras da pousada Luz e Paz, em Bragança. http://www.sitioluzepaz.com.br

A pousada tem preços especiais no fim de semana e Carnaval. Não perca!

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Dia 8 – Põe a sua Lusitana pra rodar
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Gisela Rao

> Blog VAE volta às 14h :)

Acho muito bacana os rituais de fim de ano, quando a gente, por um minuto, acha que tudo vai mudar. Mas, vamos combinar: começa tudo outra vez, né? Cá estou de novo misturando projetos profissionais com pessoais, administrando o meu tempo meia-bocamente, quase sem tempo para o blog, com a casa bagunçada, comendo rapidinho e desmarcando e remarcando o dentista e o gineco.

Eu acho que pra realizar grandes mudanças tem que acontecer algo muito radical na vida da gente, como meu amigo que largou o álcool e começou malhar feito doido, ou como minha  amiga que levou um cartão vermelho do marido e resolveu se cuidar mais – emagrecendo e ficando mais bonita-, ou como minha outra amiga que perdeu o emprego e decidiu abrir uma loja de brigadeiros gourmet e foi um sucesso. Sim,  são mesmo grandes mudanças. Lusitanas que rodaram enquanto o mundo de cada uma dessas pessoas girava de ponta cabeça.

Acho que quando a vida não nos empurra desse jeito a gente vai fazendo mudancinhas aqui e lá e nem tem muito tempo para pensar no que quer que mude realmente. Mas podemos simplesmente fazer o tal dreamboard e olhar todos os dias para ele. Eu fiz o meu há dois anos e metade das coisas aconteceram.

Eu casei, voltei pra Itália e ganhei lá o meu $. E, sim, foram boas mudanças :) E, não, o dreamboard não é um quadro mágico, mas te lembra de nunca esquecer.

A minha primeira mudancinha do ano talvez tenha sido comprar um quadro branco para pensar quais são as grandes mudanças que quero e ficar olhando pra elas, entre uma doideria de trabalho e outra.

Seja lá qual for a sua estratégia,  põe a sua Lusitana pra rodar.

“Tudo que muda, permanece”

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Dia 7 – Não conte seu sonho pra ninguém
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Gisela Rao

Kennedy um dia disse que o maior momento de solidão era a hora de tomar uma grande decisão. É válido, mas eu também incluiria o momento de tornar um sonho realidade.

Eu tenho um sonho muito viável e mesmo assim preciso perguntar para as pessoas o que elas acham. A gente faz isso porque, no fundo, tem muito medo dos nossos sonhos, afinal eles nos arrancarão da nossa zona de conforto e a gente tem medo do novo. E, contando para os outros, esperamos receber um aval, uma força, um empurrão, uma benção que quase nunca vem. E nunca vem porque as pessoas geralmente são pessimistas e projetam na gente os medos delas e os fracassos da não realização dos sonhos delas, então, fica um medaçal generalizado.

Sonhar é lindo na teoria. Na prática, é como enfiar a mão dentro da cartola de um mágico: não temos a menor ideia do que vai sair de dentro. Temos medo de não ser nada do que a gente pensava, ou da gente se arrepender ou de sofrer, então é complicado. Por isso, admiro quem vai atrás do seu e realiza, porque a maioria desiste no caminho e acaba se contentando em tomar uma cerva no bar ou comer um pipoquinha no Cinemark no sábado.

Então, se você tem um sonho cale a sua boca. Pesquise sozinh(a)o, ou com a pessoa que irá dividi-lo com você. Pondere, ponha na balança (mas não exagere e nem seja muito racional) e se você achar que vai dar certo, mande brasa. Aí, depois você conta pra rapaziada.

E, quem sabe, inspira um monte de gente que tem medo de realizar seu sonho porque no fundo, no fundo, sabe que será livre e feliz. E o que fazer – meu Deus! – quando isso acontecer? hehehe.

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Dia 6 – As florestas de nós mesmos
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Gisela Rao

> Blog VAE volta à noite :)

Tem um programa na TV paga que eu gosto muito, chama-se: Sozinhos na Floresta. Eles pegam atletas do mundo pra encarar o desafio de ficar 7 dias no mato, na Africa. Nem preciso dizer o quanto é punk. A pessoa vai sozinha com lanterna, canivete, barraca e uma câmera onde vai relatando sua própria experiência. Também tem um kitzinho pra tentar pescar ou pegar algum bicho pequeno. Nada de TV, nem internet, nem amigos, nem cinema, nada…

Ontem, uma moça chorou por causa da solidão. Foi um choro sincero, sem máscara, sem maquiagem, sem personagem, cara lavada mesmo. O estresse deve ser grande por lá. Depois, coitada, ela se deu mal. No último dia finalmente conseguiu pegar um peixão e, ficou tão feliz, que esqueceu do anzol e ele cravou no dedo dela. Teve que chamar a equipe-suporte pra ajudar.

Eu não sei se acontece com você, mas às vezes eu me sinto sozinha em uma floresta da minha própria alma. Não, não é ruim. E, sim, tenho marido, família, gata, muitos amigos, clientes etc etc Mas não se trata dessa solidão, se trata da solidão de ter esquecido como se reconectar com o Algo maior.

Tenho tempo de entrar em contato com isso na hora em que vou dormir. Faço questão de sentir o que estou sentindo por alguns minutos, não fujo. E por isso não é ruim. Olho o quarto escuro e procuro uma frestinha de luz, sempre tem. E fico tentando me lembrar como se reconecta. Quando eu consigo é bom demais e não importa quantos anzois aparecerão espetados no meu dedo, porque tudo parece não fazer tanto sentido quanto essa paz interior.

Floreste-se!

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