Minha Vida Sem Photoshop

Os espíritos que eu vejo e você nem sabia

Gisela Rao

29/03/2017 15h46

Minha mãe tinha mediunidade, mas não falava muito sobre isso porque era católica da gema e escondia o jogo. Mas quando ficou muito doente, viu pessoas-espíritos gentis sentadas na sua cama como se estivessem zelando por ela e, de fato, isso deve ter ajudado na sua cura.

Minha herança mediúnica começou a se manifestar quando eu tinha uns 30 anos e morava na Rua João Moura. No começo, eu vi rostos de pessoas de todas as idades – quase sempre sorrindo – e depois evoluiu para ver as pessoas inteiras. Os espíritas chamam isso de viagem astral. Todo mundo faz, mas quase ninguém lembra (sim, o espírito é mesmo livre do corpo). Ou seja: consigo ver o quarto onde estou, vejo meu corpo na cama, vejo meu marido e também algum espírito que esteja nessa dimensão. Eu demorei muito para falar disso porque eu cag@%$ de medo e, até hoje, ainda acordo com os sustos que levo, mas também já consigo me comunicar um pouco. E este será o tema do meu sexto livro, onde relato minhas viagens pelo mundo e os espíritos que vi em SP e em alguns países. Está ficando bem legal :  )

Semana passada rolou uma coisa muito doida. Fui com B.L. em um passeio criativíssimo chamado Haunted SP, fundado por Rogério Cantoni e Elaine Vilela. O evento é assim: durante duas horas, cerca de 40 pessoas ficam em um ônibus passeando por São Paulo, onde a guia Daiane e o ator-fantasma (o próprio Rogério) – que merece o Oscar – relatam crimes e mostram lugares onde as pessoas dizem ter visto espíritos, como: o Teatro Municipal, Edifício Martinelli, etc etc. O passeio, além de voltado para as assombrações, também tem uma pegada humanitária bem bacana.

Elaine Vilela

Rogério Cantoni (Angelo)

Quando nós paramos em frente ao castelinho da Rua Apa, onde uma família foi assassinada (dois irmãos e a mãe), aconteceu uma experiência estranha: comecei a receber uma energia forte de baixo para cima, que contraiu toda minha musculatura e que em seguida me fez chorar e bocejar várias vezes. Não sei te dizer o que é isso porque ainda não comecei a estudar espiritismo, mas que foi doido foi. Ainda bem que ninguém, além do meu marido,  percebeu (estava escuro) :/ Aliás, ele já está acostumado hehe.

O Castelinho, que já foi palco de tudo o que se possa imaginar, foi reformado e será uma ONG de auxílio a crianças e moradores de rua. Espero realmente que este gesto incrível transforme a energia de lá para muito melhor. Cruzes!

Em breve, terei notícias sobre o livro novo, com a capa do formidável Rafael Ferro.

Até mais :  )

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Sobre a autora

Gisela Rao é publicitária, escritora e está jornalista. Acredita piamente que a "imperfeição" liberta. A palavra está entre aspas porque, como dizia Buda, o que é certo e o que é errado no universo da ilusão? Leia mais

Sobre o blog

Espaço para - como dizia Nelson Rodrigues: mostrar a vida como ela é, sem pintar pombo de verde e chamar de meu louro.

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Por que trocar a lâmpada ficou mais interessante que nós?

Nos últimos meses, que coincidem com o tempo que não tenho viajado, tenho a estranha sensação de não ter assunto-próprio. Não estou falando do monte de filmes que assisto no Netflix, ou dos assuntos que saem na home do UOL ou do Tiscali.it. Estou falando de assunto próprio, coisas incríveis que vejo ou sinto e que ficam se acotovelando para escorregar no tobogã da garganta para fora. O triste é que percebo que não é só comigo: às vezes vou em almoços ou jantares coletivos onde ninguém tem também assunto-próprio, digo, algo mais interessante do que trocar uma lâmpada quebrada. Assistindo a uma palestra do incrível tarólogo Arhan (sim, nesse dia fui atrás de assunto-próprio!), ele disse uma coisa muito assustadora: “Cada vez menos vejo a carta do “Louco” no jogo de tarô das pessoas. É assustador porque o Louco é a carta ligada a seguir a intuição. Nas palavras do Arhan: “O Louco é o arcano sem número do tarô, está presente em todos os caminhos da nossa jornada pessoal. Ele representa o campo de todas as possibilidades em nossa vida é o momento do salto quântico existencial. Aquele que é capaz de gerar a si próprio. Esta carta não dá valor aos valores dos homens. "O Essencial será sempre invisível aos olhos". O que nos dará a certeza de uma direção segura, nosso norte, será o canal intuitivo, representado na carta por um cachorrinho que tenta avisar o louco do abismo a sua frente. Mas perante aos outros, qualquer atitude ou escolha, neste momento da sua vida, será considerada Louca! Por isso, não dê ouvidos! A caravana passa e os cães ladram…Misture a sua "maluquez" com a sua lucidez, seja livre e siga em frente! Ação a ser tomada: Rever valor para gerar a si próprio”. Então tem um monte de coisas erradas aí, estamos com preguiça, estamos acomodados, estamos sem coragem pra alçar novos voos, pra fazer coisas novas, estamos vendo tv e internet demais. Não acho que as respostas estejam em viajar mais, embora ler o livro “Diários Marroquinos” (Kívia Mendonça) dê um tremendo frio na barriga (ela ficou um tempão no Marrocos viajando sozinhaaaaa de carona). Eu acho que a resposta está em viver mais, reloadar na gente aquela criança curiosa que eramos na infância. Onde está você, Giselinha, que furava o dedo sem medo para ver as células – tão lindas – psicodelicando na plaquinha de vidro no microscópio? "Se o homem persistisse em sua loucura, tornar-se-ia sábio" - William Blake +++++++++++++++++++++++++++++++ giselarao@gmail.com

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