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Dia 121 - Com que emoção você quer entrar em 2016?

Gisela Rao

23/11/2015 15h20

Desde que mudei para o interior há 3 anos, evito o máximo ir a São Paulo. Motivos: hoje em dia a cidade me cansa porque não estou mais acostumada a pegar trânsito, a encher minha agenda de compromissos e a ficar encanada achando que vou ser assaltada quando atendo o iPhone. Mas não é só isso: acabo gastando e comendo mais do que eu devia :  (

Acontece que, atendendo a pedidos, faremos um encontro do VAE de despedida de 2015 e de entrada em 2016 : ) E uma porcentagem será doada para a Cruz Vermelha, em Mariana :  )

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A psicóloga Neiva Bohnenberger me perguntou o tema e eu respondi: “Emoção ostentação”! Sim, tem uma pitada de humor, mas o que eu queria mesmo é que a gente pudesse jogar no nosso encontro todas as nossas emoções desse ano: alegria, ansiedade, medo, euforia, tristeza, esperança, desesperança, paciência, inquietude, determinação etc etc. Porque vamos combinar que esse ano foi e está sendo muuuuuuito intenso! O fato da gente saber que é inundado o tempo todo pelas emoções não significa que paramos para absorvê-las, para entender de onde vêm e para onde vão. É esse cara-a-cara com o que sentimos que aumenta o nosso autoconhecimento, e isso é libertador! Então, eu pergunto: será que nesse momento de tantas emoções contraditórias estamos nos sentindo realmente livres?

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É dentro desse tema que convido os participantes do nosso último encontro do  VAE a ostentar, expor, mostrar os sentimentos desse ano e a escolher a principal emoção que quer entrar em 2016! Sábado – Dia 12/12  – das 15 às 18h (SP)! (infos giselarao@uol.com.br)

Quero e espero vocês lá para uma grande confraternização e um brinde à vida que não espera, mas que sempre dá um jeito

Para o alto e avante!!

“Em algumas tribos xamânicas, se você chegar ao curandeiro se queixando de desânimo, de depressão, ele irá te fazer 6 perguntas:
– Quando você parou de dançar?
– Quando você parou de cantar?
– Quando você parou de acreditar?
– Quando você parou de se encantar pelas estórias?
– Quando você parou para silenciar?
– Quando você parou de amar?”…

+++++++++++++++++

O post de hoje é dedicado a quatro brasileiras na Itália – e agora amigas – que me proporcionaram as mais incríveis emoções nesse inesquecível ano da Cabra, 2015.

Claudia Monteiro de Castro – Escritora

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Cristiane Barros – Guia

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https://www.facebook.com/noticiasdabota

Barbara Campanaro – Guia

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https://www.facebook.com/vivatoscana

Barbara Bueno – Blogger

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https://www.facebook.com/brasilnaitalia

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SOS MARIANA

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Nesse link você encontra os itens que as pessoas precisam em Mariana (MG), após a tragédia, e também a conta bancária da Prefeitura. Você também pode doar para a Cruz Vermelha de Mariana: contato@cvbmg.org.br

http://zip.net/bqsrCv

Sobre a autora

Gisela Rao é publicitária, escritora e está jornalista. Acredita piamente que a "imperfeição" liberta. A palavra está entre aspas porque, como dizia Buda, o que é certo e o que é errado no universo da ilusão? Leia mais

Sobre o blog

Espaço para - como dizia Nelson Rodrigues: mostrar a vida como ela é, sem pintar pombo de verde e chamar de meu louro.

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Por que trocar a lâmpada ficou mais interessante que nós?

Nos últimos meses, que coincidem com o tempo que não tenho viajado, tenho a estranha sensação de não ter assunto-próprio. Não estou falando do monte de filmes que assisto no Netflix, ou dos assuntos que saem na home do UOL ou do Tiscali.it. Estou falando de assunto próprio, coisas incríveis que vejo ou sinto e que ficam se acotovelando para escorregar no tobogã da garganta para fora. O triste é que percebo que não é só comigo: às vezes vou em almoços ou jantares coletivos onde ninguém tem também assunto-próprio, digo, algo mais interessante do que trocar uma lâmpada quebrada. Assistindo a uma palestra do incrível tarólogo Arhan (sim, nesse dia fui atrás de assunto-próprio!), ele disse uma coisa muito assustadora: “Cada vez menos vejo a carta do “Louco” no jogo de tarô das pessoas. É assustador porque o Louco é a carta ligada a seguir a intuição. Nas palavras do Arhan: “O Louco é o arcano sem número do tarô, está presente em todos os caminhos da nossa jornada pessoal. Ele representa o campo de todas as possibilidades em nossa vida é o momento do salto quântico existencial. Aquele que é capaz de gerar a si próprio. Esta carta não dá valor aos valores dos homens. "O Essencial será sempre invisível aos olhos". O que nos dará a certeza de uma direção segura, nosso norte, será o canal intuitivo, representado na carta por um cachorrinho que tenta avisar o louco do abismo a sua frente. Mas perante aos outros, qualquer atitude ou escolha, neste momento da sua vida, será considerada Louca! Por isso, não dê ouvidos! A caravana passa e os cães ladram…Misture a sua "maluquez" com a sua lucidez, seja livre e siga em frente! Ação a ser tomada: Rever valor para gerar a si próprio”. Então tem um monte de coisas erradas aí, estamos com preguiça, estamos acomodados, estamos sem coragem pra alçar novos voos, pra fazer coisas novas, estamos vendo tv e internet demais. Não acho que as respostas estejam em viajar mais, embora ler o livro “Diários Marroquinos” (Kívia Mendonça) dê um tremendo frio na barriga (ela ficou um tempão no Marrocos viajando sozinhaaaaa de carona). Eu acho que a resposta está em viver mais, reloadar na gente aquela criança curiosa que eramos na infância. Onde está você, Giselinha, que furava o dedo sem medo para ver as células – tão lindas – psicodelicando na plaquinha de vidro no microscópio? "Se o homem persistisse em sua loucura, tornar-se-ia sábio" - William Blake +++++++++++++++++++++++++++++++ giselarao@gmail.com

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